quarta-feira, 23 de julho de 2014

Vou dar um novo rumo à minha vida

A partir de hoje, 23/7, vou dar um novo rumo à minha vida no que concerne àquilo que tenho escrito acerca da má política e do rumo nefasto que ela tem produzido em todos nós.
Portanto, nada escreverei sobre tal assunto, apesar de agora mesmo estar a falar dela, pois, com as elevadas temperaturas da época, a putrefacção e os maus cheiros propagam-se demasiadamente, chegando a produzir quase uma peste difícil de sanar.
Outros artífices da pena saberão melhor falar do assunto, apontando os erros grosseiros que nos atormentam no dia-a-dia.

PS – assim, já fico de fora para nada dizer sobre a adesão da Guiné Equatorial à CPLP.

Também publicado no PÚBLICO de 24/7

José Amaral

7 comentários:

  1. É simples aquilo tem petroleo, logo o resto nada interessa. Falem a lingua que falarem, tenham pena de morte, e 75% da população em total pobreza, fica talvez sem o último P??? ou seja de Petroleo?????
    abraço

    augusto

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  2. Os Estado Unidos e a China, entre outros, também têm pena de morte, e os cérebros bem pensantes de Portugal não se têm incomodado por isso. O cinismo está implantado na convivência entre os povos.

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  3. Eu sei que devemos ser compassivos. E quero ser melhor, não julgando ninguém.

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  4. A forma como se mata nos EUA sempre é mais julgada pela opinião pública que na Guiné ou na China! Um pouco diferente, nem tudo no mesmo saco.

    CLARO QUE NÃO É ADMISSIVEL EM SITIO NENHUM HAVER PENA DE MORTE!

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  5. Claro que não, mas, às vezes, fica a interrogação. Por exemplo, o que fazer com os criminosos que abateram o indefeso avião de passageiros que sobrevoou a Ucrânia? Deverão ser laureados por feitos heróicos?
    Será a minha má metade a vir ao de cima?

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  6. A PARTIR DE AGORA A SIGLA CPLP PASSA A QUERER DIZER O SEGUINTE: COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LIGAÇÃO AO PETRÓLIO.
    José Testa

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  7. Deixemo-nos de artificialismos. A guerra é uma pena de morte permanente e na guerra moderna, na maioria dos casos, as vitimas estão inocentes. Logo, a pena de morte existe, e os povos, as nações e a ONU, não se incomodam assim tanto com o facto. O cinismo e o dinheiro são os imperadores desta sociedade, dita civilizada.

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