terça-feira, 8 de março de 2016

À MULHER UNIVERSAL

DO CÂNTICO DOS CÂNTICOS

Eis que és formosa
Ó minha amiga
Eis que és formosa…
Qual a rosa de Sharon
Qual o lírio entre os espinhos
Tal é a minha amiga
Entre as donzelas nas vinhas…
Levanta-te, amiga minha
Formosa minha, e vem…
Porque já passou o inverno
Já se foram e cessaram as chuvas…
Aparecem as flores na terra
E o tempo de cantar chegou.
Levanta-te amiga minha
Formosa minha, e vem!


Transcrito por Amândio G. Martins

3 comentários:

  1. Não há aqui mérito meu, minhas senhoras. De facto, limitei-me a transcrever um oequeno apontamento de um belo poema de Salomão, composto por mil e cinco versículos, há mais de três mil anos!

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