quinta-feira, 10 de março de 2016

Na tomada de posse do 20.º Presidente da República de Portugal

Pensadores, comentadores, aduladores; jornalistas, analistas e muitos outros artistas teceram largos elogios ao modo como decorreu a tomada de posse do novo Presidente da República de Portugal, a qual foi fora do comum oficial, no modo como se movimentou e actuou Marcelo Rebelo de Sousa.
E se era encarado como presidente de uma só parte do eleitorado, o modo como o fez cativou os portugueses como há muito não acontecia.
Só uma mancha, mas própria da Democracia, toldou o ambiente aquando do final do discurso de tomada de posse, em que não houve unanimidade institucional nos aplausos.
Só lembramos que “os parentes não cairiam na lama” se no caso vertente tivesse havido uma espécie de ‘unicidade parlamentar’ em que muitos crêem e pouco praticam.


José Amaral

3 comentários:

  1. Também penso que o exercício nobre da política não tem que ser praticado de "trombas", e as boas maneiras não comprometem ninguém. Nem imagino amanhã estes partidos, tão senhores do seu nariz, pedirem uma audiência ao presidente da República e este, ao recebê-los de mão estendida, não ser correspondido no cumprimento...

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  2. Cativa-me como pessoa. Mas, amigo Amaral, a mim, e não só, como político, não. De bonitos gestos e discursos está o inferno cheio.Acções para debelarem esta sociedade desgraçada que você e eu criticamos, pouco ou nada dali espero. E os comportamentos políticos, amigo Górgias, nada têm a ver com as "boas maneiras". Claro que será correspondido! E o PR e os seus correlegionários partidários, nem com bons discursos e intenções, são melhores que os outros. está à vista a merda que têm feito a este país e a este povo.

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  3. Não existir unanimidade nos aplausos, não constituiu qualquer mancha. De resto, verificou-se uma certa coerência, evitando o que poderia ser classificado como algum oportunismo populista. BE, PCP e Verdes, tiveram os seus próprios candidatos a Presidente da República, o PS não teve candidato e PSD e CDS assumiram o apoio ao Presidente eleito.

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