terça-feira, 8 de março de 2016

'Traição ... é uma questão de datas'


Eis um exemplo perfeito de um traidor – traiu o seu próprio país e as autoridades instituídas -, mas que, contudo, merece toda a nossa simpatia, e, porque nem é português, mais fácil é não despertar grandes emoções.
Foi o caso de Marlene Dietrich, cidadã alemã, que abandonou a Alemanha assim que Hitler e os nazis subiram ao poder. E, nos EU, fez activa propaganda contra a escumalha que tomou conta do país.
Sob todos os critérios de análise à época e tendo em conta o que acima foi mencionado, Marlene Dietrich foi considerada traidora, a quem os nazis retiraram a nacionalidade.
Já um político e diplomata francês (Talleyrand – Périgord (1754-1838) – terá dito que “traição …. é uma questão de datas”, logo, poder-se-á ripostar, afirmando que tal pensamento assenta como uma luva à pura e casta senhora que agora se passou para a Seta Global – Arrow Global da velha Albion.
Assim, Ética e Moral - que não são uma questão de datas - são palavras sem qualquer sentido para uma grande maioria de concidadãos, mormente para os mais expostos no mundo da política.


José Amaral

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