sábado, 2 de abril de 2016

Em que nebulosidade mergulhou a TAP?


O programa televisivo ‘sexta às 9/RTP1’ deu a conhecer o nome de um ex-piloto da TAP com licença sem vencimento há mais de 14 anos, mas com um duvidoso vínculo no mesmo ramo de actividade aérea, que o torna absurdamente no grande beneficiado da TAP.
Assim, sendo ele o presumível dono da Whithe Airways, concorre contra a própria TAP, da qual é o próprio e único beneficiário, bem como também concorre contra a PGA – Portugália -, pelo que os negócios da TAP voam numa perigosa opacidade de incontroláveis despesas, uma vez que em tal permissivo espaço aéreo também pontua uma empresa chamada OMNI, que semanticamente significa servir para tudo e para nada, não se sabendo ao certo quem, afinal, administra a TAP, ou quem dela mais lucra: será o Estado Português? Será o senhor Neeleman? Será o senhor Pedrosa? Será o próprio José Miguel Costa, alegado dono da Whithe Airways? Responda quem souber, ou quem sustenta tão vicioso negócio.
Note-se que foi com a saída do livro sobre a TAP, da autoria do edil Rui Moreira, da Câmara Municipal do Porto, que veio à baila, mais uma vez, estes nebulosos negócios aéreos.
Ou muito nos enganamos, ou o acrónimo TAP significará a curto prazo terrível Tempestade Anunciada para Portugal, mas não queríamos que tal acontecesse.

José Amaral


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