No dia da nossa vitória, 10 de julho, um novo Dia de Portugal, a Torre Eiffel não se iluminou com as cores verde e vermelho como se esperava, e como a organização do Euro 2016 nos havia habituado em jogos anteriores. Um mau perder, uma dor de cotovelo, uma incoerência. Não esperavam que fosse Portugal a ganhar. Este blogue foi criado em Janeiro de 2013, com o objectivo de reunir o maior número possível de leitores-escritores de cartas para jornais (cidadãos que enviam as suas cartas para os diferentes Espaços do Leitor). Ao visitante deste blogue, ainda não credenciado, que pretenda publicar aqui os seus textos, convidamo-lo a manifestar essa vontade em e-mail para: rodriguess.vozdagirafa@gmail.com. A resposta será rápida.
quinta-feira, 14 de julho de 2016
O cabelo de Hollande, as cores da Torre Eiffel e a fome canalha
No dia da nossa vitória, 10 de julho, um novo Dia de Portugal, a Torre Eiffel não se iluminou com as cores verde e vermelho como se esperava, e como a organização do Euro 2016 nos havia habituado em jogos anteriores. Um mau perder, uma dor de cotovelo, uma incoerência. Não esperavam que fosse Portugal a ganhar. 4 comentários:
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SEGUNDO o leitor P. Ribeiro eu cometi um erro no 1º parágrafo. Ele explica o seguinte: "nós portugueses com os festejos esquecemo-nos de enviar msm para a hashtag! Quero dizer com isto, que as cores apareceram diariamente na Torre Eiffel do Pais que enviasse mais Hashtags e não por terem ganhado". Aqui fica o meu obrigada pelo esclarecimento.
ResponderEliminarCompreendo-o, mas como 'nem só de pão vive o homem', talvez com algum no estômago melhor compreenda o que o semelhante sente, se a cultura também o acompanhe.
ResponderEliminarO sr. Hollande também desenvolve um feroz ataque a direitos e salários dos trabalhadores franceses, mesmo contra a opinião de muitos deputados do PS francês, o que o levou a invocar a disposição constitucional que permite ao governo fugir à votação no parlamento, apesar de antes de ser presidente ter dito que nunca o faria, ao criticar o seu antecessor Sarkozy por o ter feito. Estas medidas contra os trabalhadores franceses também justificam a frase de Juncker, presidente da Comissão Europeia, «la France, c"est la France...», a propósito de não existir qualquer processo de sanções por também ter ultrapassado o défice dos 3%... Hollande e o 1.º ministro Valls, com a sua política de direita, estão a contribuir para mais um contínuo declínio do PS francês.
ResponderEliminarO sr. Hollande também desenvolve um feroz ataque a direitos e salários dos trabalhadores franceses, mesmo contra a opinião de muitos deputados do PS francês, o que o levou a invocar a disposição constitucional que permite ao governo fugir à votação no parlamento, apesar de antes de ser presidente ter dito que nunca o faria, ao criticar o seu antecessor Sarkozy por o ter feito. Estas medidas contra os trabalhadores franceses também justificam a frase de Juncker, presidente da Comissão Europeia, «la France, c"est la France...», a propósito de não existir qualquer processo de sanções por também ter ultrapassado o défice dos 3%... Hollande e o 1.º ministro Valls, com a sua política de direita, estão a contribuir para mais um contínuo declínio do PS francês.
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