sexta-feira, 1 de julho de 2016

O condecorado

O director, ex-coordenador do Museu da Presidência da República, bem como ex-colaborador do Instituto dos Arquivos Nacionais da Torre de Tombo, condecorado pelos ex-presidentes Jorge Sampaio e Cavaco Silva, sentindo-se acima de qualquer mortal, talvez postado no Olimpo da Devassidão Pública, e seguindo o exemplo comezinho do provérbio ‘na melhor toalha cai a nódoa’, zás: meteu a mão no prato alheio, alambazando-se com aquilo que não era sua pertença, seguindo o exemplo dos ‘puros’ que têm espatifado o País.
Certamente, se a polícia de investigação criminal não detectasse estas torpes vigarices em mais uma das muitas ‘impolutas’ criaturas que estão em lugares públicos, seria novamente e pela terceira vez condecorado por outro PR.


José Amaral

2 comentários:

  1. Como diz o ditado popular "É preciso dar o nome aos bois"., também é preciso e urgente dar o nome aos boys. A falta de cuidado com que se "emprega" os parceiros partidários, acompanhada da falta de supervisão em certos cargos, dá nisto. Um alto funcionário público que, ainda há quatro meses, foi condecorado com uma das mais altas distinções da pátria, pelo o que se anuncia, andava há anos a fabricar actos desonestos. Estes boys são inconfiáveis, mas quem os nomeia e distingue também não merece assim tanto respeito. Parabéns ao Amaral, por dar o peito às balas, trazendo à baila neste blogue, mais um vergonhoso caso do dia.

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  2. Publicado hoje, 3.07.2016, no Público e ainda bem, para que mais cidadãos se apercebam dos ladrões e irresponsáveis que dirigem algumas das nossas instituições. Ao mesmo tempo, pede-se que quem nomeia esta gente, sem concurso e por opções partidárias, tenha mais cuidado com as escolhas, pois, ainda que indirectamente, também é responsável pelas consequências das suas decisões. Um abraço ao José Amaral, sempre em cima dos temas importantes da vida cívica e social do país.

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