terça-feira, 5 de julho de 2016

Vão ficar a ‘encher chouriços'

Acaba de ser comunicado ao país, através de alguns órgãos da comunicação social, que a actual administração da CGD pediu a sua demissão, e que o governo aceitou.
No entanto, os seus componentes vão continuar em funções até que nova administração da massa falida tome posse. Isto é, vão ficar a ‘encher chouriços’ e a ganhar o que não deveria já ser deles, uma vez que eles e outros deixaram tão sólida instituição na ruína.
Ao mesmo tempo, soubemos que 2 500 colaboradores vão ser postos no ‘olho da rua’, sem que em algum dia se apure toda a verdade dos factos, acerca das falcatruas que no seu interior foram perpetradas até à exaustão.
Os bancos, hoje em dia, são quase todos verdadeiros antros de más práticas financeiras: as administrações praticam e incutem o saque; os subordinados executam e os clientes/depositantes ficam a ‘ver navios’.
É este o prato gourmet da actual banca em Portugal.


José Amaral

1 comentário:

  1. Na senda do costume, uma análise correcta sobre a situação da CGD, uma instituição que merecia mais respeito por parte de quem a dirige ou nomeou os seus administradores, e que os portugueses, burlados mais uma vez, ingenuamente continuam a querer acreditar. É a Portulândia, no seu máximo esplendor.

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