domingo, 21 de agosto de 2016

Democracia sui generis

José Eduardo dos Santos, líder máximo de uma democracia sui generis, afirmou, após ter sido investido pela ‘última vez’ como presidente da República Popular de Angola, que ele e todo o seu staff foram eleitos para servir o povo e não servirem-se dos lugares que ocupam (mas onde já ouvimos isto?)
Portanto, é por isso que o povo angolano vive na maior prosperidade jamais vista, tendo até uma ‘filha do povo’ sido considerada a mulher mais rica de África, em contraste com todos os membros do Governo que vivem uma vida cada vez mais pobretana.
Ó hipocrisias das hipocrisias!
Fossem verdadeiras tais palavras. Todavia, a verdade dos factos é bem o contrário do que solenemente se afirma um pouco (muito) por todo o mundo.

José Amaral


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