sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Mais uma marosca de entre milhares

Caro concidadão, imagine que é o chefe da contabilidade de uma empresa de nomeada, e que um ‘bom’ cliente deve uma avultada quantia à firma onde trabalha, vindo constantemente a protelar o seu pagamento.
E qual não seria o seu espanto, se a gerência dessa devedora firma o convidasse para uma viagem de puro recreio, a fim de assistir a um espectáculo que há muito desejava ver.
E o que fez, senhor chefe da contabilidade? Aceitou de bom grado, sem sequer alguma vez ter pensado ficar com o rabo preso.
Também não pensou que tal convite se configurasse num caso de puro suborno.
Mas aceitou, e foi no engodo. Tudo bem; todavia há que arcar com todas as consequências do acto.
Assim, a sua entidade patronal soube de tal marosca. O que deverá fazer?
Apaparicá-lo, promovê-lo ou despedi-lo de imediato por ter traído a confiança em si depositado?
Igual caso, segundo notícias vindas na comunicação social, se passou entre a GALP e o Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, de seu nome Rocha Andrade.
Resumindo: este caso é mais um calhau a entravar o andamento da ‘geringonça’, que ‘ternamente’ a ressabiada Direita lhe chama.

José Amaral


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