sábado, 13 de agosto de 2016

O CALOR DE AGOSTO, OS INCÊNDIOS E AS RENDAS VITALÍCIAS DOS POLÍTICOS

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O que acabei de ler na primeira página, da edição de um jornal diário, logo pela manhã de hoje sábado, dia 13 de Agosto, neste dia de bastante calor, aliás, igual a todos os outros, que têm marcado e como têm sido estes dias deste do mês de Agosto, abrasadores e com as altas temperaturas que se têm feito sentir, e que tem deixado as suas marcas, irreparáveis e incalculáveis, a curto prazo para já, para as populações que foram afectadas e gravemente atingidas por reste desastre e que estão ainda hoje, a serem severamente atingidas pelos grandes incêndios que se tem vindo a verificar e a devastar, não dando tréguas às populações, por todo o território de Portugal Continental e ilha da Madeira. Como tal, este calor as notícias e as imagens, que tenho vindo (aliás temos vindo), a presenciar através da televisão, têm-me deixado muito mal disposto. E, como não bastassem estes dias bastantes quentes, e que se tem vindo a fazer, e feitos os seus estragos habituais, conforme o que nos tem sido relatado  através da comunicação social, escrita e falada.
Contudo, não é só esta grave situação dos incêndios que tem afectado o meu País e as suas populações, que me têm deixado e sentindo muito mal disposto, agora são as chamadas rendas vitalícias e as subvenções dos políticos, desta minha pátria da língua de Camões.
Como cidadão tenho o pleno direito de estar indignado, revoltado e porque não sentir raiva destas rendas vitalícias e subvenções, que são concedidas para todos estes políticos e seus acólitos, que nos têm vindo, somente a desgovernarem, mas que pelo contrário, para eles, sabiamente, se governam bem, a eles próprios, e com a defesa e máscaras descaradas dos partidos políticos que representam, seja que partido for, pois para mim sempre considerei e considero toda esta "gentinha", “farinha do mesmo saco”, pois vão para cargos políticos para “mamarem ou sacarem” à grande e á francesa” à pala do povo. Como iniciei este ponto de vista, (que tem o valor que tem) e que cada vez mais me sinto indignado e porque não enojado, com estes e outros políticos da nossa praça e porque não, igualmente todos os partidos que representam, desde do, BE; CDS; PCP e PS (não quero contudo, esquecer nenhum).
Quando os sucessivos governos “roubam” desgraçadamente as reformas para quem tem direito e para quem trabalhou, contribui e descontou durante, (alguns beneficiários?), quarenta e cinquenta anos, como é o meu caso, e os governos têm vindo a queixar que não há verbas para pagar tantas reformas…mas para esta “corja” politiqueira, que custam ao erário público, cerca de 8,7 milhões por ano, o dinheiro, aqui, não pode faltar. Sinto nojo destes políticos e dos seus partidos.
E, enquanto no hemiciclo da Assembleia da “Roubalheira”, aliás, peço desculpa, queria dizer, da República, continuaram há perto de 42 anos a se sentar 250 mafiosos, que em nome da chamada democracia e dos partidos políticos, que defendem, e, enquanto qualquer um deles, dos deputados, claro, não vierem a público declararem aos portugueses, que não querem usufruir das mordomias e altos vencimentos que reclamam e dispensarem de vez, a tais RENDAS VITALÍCIAS, que ”mamam”, e afirmarem que se querem comparar, à maioria dos trabalhadores e passarem a receber o ordenado mínimo que está em vigor, para assim poderem darem o exemplo de bons cidadãos…. Aí sim, eu passo a acreditar nessa “corja”, (sem excepção de partidos, pois são todos iguais), de aproveitadores e gulosos que estão lá para se governarem a eles e aos partidos que representam.

(Texto-opinião, publicado na edição Nrº. 46011 do Diário de Notícias da Madeira de 24 de Agosto 
  de 2016)
(Texto-opinião, publicado na edição do Jornal de Notícias de   2 de Setembro de 2016)
(Texto-opinião, publicado na edição do Jornal de Notícias de 28 de Outubro de 2016)

MÁRIO DA SILVA JESUS

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