quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Segundo se apurou

Segundo se apurou, Catarina Martins terá desabafado – não se sabendo ao certo em que contexto –, que ‘todos os dias se arrependia de pertencer à geringonça’.
A ser verdade o que dizem que disse, não o deveria ter dito, pois pôs-se a jeito da maralha política e afins que tal geringonça hostilizam, uma vez que foi a geringonça que tais gentes apeou das escadas do poder e de todas as más decisões atrás tomadas, virando a sociedade às avessas.
Há coisas que não se devem dizer, mesmo que essas sejam aquilo que se pensa, pois são nas más horas que se conhecem quem está do nosso lado, uma vez que nas boas todos estão connosco.


José Amaral

5 comentários:

  1. A Catarina desabafou num contexto de sinceridade, dado que isto não vai a lado nenhum, porque é um barco que não tem carta náutica.

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  2. Dentro dos condicionalismo impostos pela tutora UE, e no lastimável estado em foi recebido o barco, este navega nas condições possíveis, comandado, até agora, com mestria e ponderação.

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  3. Esta é uma herança pesada, que se vem degradando no tempo, mas seria estupidez atribuir ao actual governo a responsabilidade pela situação. A partir do momento em que a dívida externa ultrapassou os 60% a situação financeira tornou-se muito frágil. Com os 131% actuais, a dívida tem de ser renegociada urgentemente. Só quem não tem noção de administração e de economia pode julgar que a situação se pode manter por muito mais tempo, pois os juros dos empréstimos consomem mais que o fraco aumento do PIB. É preciso estar muito atento a esta situação e todos, os que amam o seu país e o seu povo, não a podem descurar.

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