quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Manifesto – Portugal Solidário

E não é que a moda pegou? A solidariedade entre todos os filhos da nação atingiu o pico máximo do filantropismo instituído, pelo que as fundações que se cuidem.
Assim, temos os ‘senhorios solidários’ que, a troco de rendas de meia dúzia de euros, irão recuperar os seus imóveis, a fim dos seus queridos inquilinos se sentirem como estivessem em hotéis de muitas estrelas.
Temos e tivemos ‘bancos solidários’, que despejaram os cofres de modo que deu mais jeito às malfeitoras administrações, enquanto o vulgar contribuinte paga e não bufa para repor o que foi roubado.
Temos os ‘solidários deputados das subvenções vitalícias’, que as vão direccionar para o Erário Público, uma vez que, num rebate de consciência, se julgam não merecer tais benesses.
Temos os ‘solidários detentores de imensos e lucrativos cargos’, que fartos como odres, os vão repartir por todos os filhos da nação que não têm emprego, ou nunca o tiveram.
Temos os ‘solidários administradores de topo e seus NÃO executivos’, que querem ganhar um vencimento tendo em conta o OMN – ordenado mínimo nacional – praticado no nosso país e não o igualando ao que se pratica no exterior.
Temos os ‘solidários políticos e a sua solidária juventude partidária’, que a partir deste manifesto, se vão solidarizar de modo a porem os interesses da nação acima dos interesses partidários, uma vez que foi isso que aprenderam nas aulas que tiveram nas bem frequentadas universidades de verão, em que tudo que lá foi dito foi A Bem da Nação.
Viva Portugal!

José Amaral




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