segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Mortes nos Comandos


Ninguém, pelo menos as forças especiais de qualquer exército, gosta de ver um dos seus morrer sem ser em combate.
Portanto, é por de mais negativo afirmar-se que devem ser banidos tão agressivos e desgastantes exercícios, ou mesmo pedir-se a extinção de tais forças especiais, uma vez que ‘o politicamente correcto’ gosta muito de atacar as forças dos exércitos, quando estes não estão em guerra.
Eu estive como miliciano nas fileiras do Exército Português, tendo estado em missão de soberania na ex Guiné Portuguesa, nos anos de 1966 a 1968. E, nessa altura, e antes na recruta e especialidade, nunca me senti tão bem de saúde, e o meu corpo e mente estiveram à altura desses acontecimentos.
Hoje em dia, uma grande parte da juventude não se sacrifica por nada, nem por ninguém; sente-se o centro do mundo.
Alguns jovens são rambos de ginásio ou de aviário; uma espécie narcisista sem qualquer préstimo.
Apresentam-se com corpos musculados, mas completamente balofos, desprovidos de qualquer sinal de estoicismo ou de sacrifício, pelo que só nos écrans ou na caça aos pokémons é que são os maiores heróis do celuloide.
Assim, contra golpes de calor ou de frio, ‘a sorte não protege tais audazes’

José Amaral


1 comentário:

  1. Portanto como você foi um grande heroi estes jovens mereceram morrer.....balofos são os seus argumentos

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