domingo, 23 de outubro de 2016

CÃES

"Quando é que nós, os povos das nações, maieuticamente religados nos pomos no comando do mundo e extinguimos todos os grandes grupos financeiros, sem mátria/pátria, criados só para nos roubar, matar e destruir a todos? Quando?"
(Padre Mário de Oliveira, "de Cristão a Humano")
Dinheiro. Finança. Podridão. Vermes no lamaçal. Eis o grande circo da compra e venda e do capital. Vendêmo-nos por uns trocos. Prostituimo-nos. E o poder financeiro faz-nos a cabeça todos os dias com imagens, facebooks, smartphones. O homem está cada vez mais isolado, doente, impotente. Meretrizes e palhaços comentam na TV. A "overdose" do futebol e das telenovelas. O homem está à mesa, cada vez mais só. Rareia o abraço, o afecto, a conversa de olhos nos olhos. Só o ecrã. Só o deus-dinheiro, de plástico, de papel, de metal. O pequeno patrão ainda é mais ganancioso que o grande tubarão. Tudo se vende. Alma e coração.
Guerras. Terrorismo. Racismo. Fascismo. Grandes tragédias naturais. A espécie humana está em perigo. Quando tomaremos consciência? Quando ergueremos a espada? Quando assumiremos a nossa liberdade? Quando baniremos para sempre esses cães?

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