quinta-feira, 6 de outubro de 2016

JORGE JESUS DEVIA CONTER MAIS A SUA LINGUAGEM


Jorge Jesus devia conter mais a sua linguagem
Hoje escrevo eu.
Sendo como tal, e prismas totalmente diferentes, isto é, futebol é futebol, e religião é religião, mas o que conta para este caso e antes de mais é a frase, que foca a questão muito apropriada para a análise e a questão que venho expor hoje. Mesmo sendo o autor desta modesta opinião, também com o apelido de Jesus, mas não Jorge, e nem sequer sou ou pretendo vir a ser treinador de futebol, pois já não possui o devido “cartão jovem”, para querer, ou vir a ambicionar e a pretender tal lugar ou espaço. Mas tal como muitos “miúdos”, da minha altura de jovem, não passou de uma mera ilusão, pensando que viria a ser alguém, e, de algum relevo no mundo do futebol, nem que fosse meramente em, como tal…fui igual a tantos milhares de outros jovens sonhadores, que praticaram futebol, sem contudo terem conseguido atingir, o “reles” e simples sonho da frustração que lhes vez companhia e os acompanhou, ao longo dos anos. Comparo o mesmo caso do pouco êxito na prática de jogador de futebol, “quiçá” igualmente à “mania” ou vício de escrever, sabendo de antemão das minhas limitações…claras e óbvias, mas tenho contudo que reconhecer, mas que procuro fazer um pouco de esforço.                                                                                                            
Toda esta lengalenga, antecipada, vem a propósito inclusive, para vos falar do “grande” treinador que é Jorge Jesus. Contudo quero antecipar, não em termos de vir a penitenciar ou fazer uma mea-culpa, relembrar aqueles que me lêem o seguinte:
 “Não julgues, pois, para não serdes julgados; porque com juízo que julgardes os outros, sereis julgados; e com a medida com que medirdes, vos medirão também a vós”.
Assim quero confessar antes de mais, o meu lado muito “simplório” com o que me revejo, como pessoa e como “escriba”.
Já no longínquo dia 28 de Abril de 2015, vim a este mesmo terreiro e espaço, que o Jornal Record, dá o privilégio único, e oferece aos seus leitores a oportunidade único, de poderem dar as suas mais diversas opiniões, e naquela altura falei de Jorge Jesus, o carismático, polémico e devidamente sabedor da sua profissão, como pouco, como treinador de futebol no seu actual clube de enorme prestígio, que é sem qualquer dúvida o Sporting Clube de Portugal.
Nesse precisamente dia e neste mesmo espaço, falei do “grande” treinador de futebol, com provas já devidamente dadas pelos diversos clubes onde tem vindo a passar, na difícil e ingrata profissão de treinador de futebol, que se chama Jorge Jesus: Com o seu currículo já recheado de títulos, como tendo já sido, Campeão da Segunda Divisão B, na época de 1991/92, ao serviço, do quase desaparecido, clube dos “azuis” da outra margem do Tejo, o Amora Futebol Clube. Vencedor da Taça Intertoto no ano de 2008, quando treinou o clube minhoto o Sporting Clube de Braga. Ao serviço do Sport Lisboa e Benfica, ganhou três campeonatos nacionais, nas épocas de, 2009/10; 2013/14 e 2014/15. Ao serviço das “águias” venceu uma Taça de Portugal na época de 2013/14 e no mesmo emblema da águia venceu uma Supertaça Cândido de Oliveira no ano d 2014, repetindo o mesmo feito, isto é, o mesmo título, da Supertaça Cândido de Oliveira no ano de 2015, ao serviço do seu actua clube, afirmo de coração, o Sporting Clube de Portugal.
Como Prémios individuais, tem o privilégio de ter alcançado com todo e o devido mérito; na Primeira Liga; Melhor treinador nas épocas de 2009/10; 2013/14 e 2014/2015. Na estatística da IFFHS, foi considerado no ano de 2013 o 8º Melhor Treinador do Mundo, tendo no ano de 2014, recebido o Galardão Cosme Damião, com Treinador desse ano.
Quem sou para julgar seja quem for? Mas, penso muitas das vezes que não seria mais simpático e conveniente para a parte que lhe toca, de Jorge Jesus, que muita das vezes nas conferências de imprensa que dá, se remetesse e contivesse, um pouco mais ao silêncio, o que não lhe ficava nada mal e não cairia muitas ou maior parte das vezes a expor para o extremo a cheirar ou a roçar praticamente o ridículo do seu muito mau português. Era deveras aconselhável…não seria? Como adepto, só lamento que rodeado que está de grandes figuras, ninguém ainda o não tenha tido a devida e promissão e ousadia de o chamar a atenção…o silêncio em certos momentos é o mais aconselhável, mesmo não sabendo correctamente o português, o espanhol, o polaco ou o…simplesmente falar, pelo menos a sua língua da sua origem o Amadorense.

(Texto-opinião, publicado na edição online, secção "Escrevem os Leitores" do Jornal  RECORD de 06 de Outubro de 2016)

MÁRIO DA SILVA JESUS

1 comentário:

  1. O treinador JJ é um homem que subiu a pulso na profissão, pois só ao fim de mais de vinte anos conseguiu ser contratado por um dos clubes grandes portugueses, sem ter qualquer currículo no estrangeiro. Mas o homem, apadrinhado pelo Benfica, talvez pela grandeza do clube, entrou em delírio. Não sabe falar, nem se a percebe de tal.
    É levado ao colo pelos órgãos da comunicação social, que acham que as suas "boutades", correspondem a uma forma genuína de se exprimir, em vez de, honestamente, nesse campo dizerem que o rei vai nu. Eu suponho que o Ministério da Educação se não está já a consumir grandes somas para pagar a professores de português que têm de corrigir os alunos que ouvem JJ a botar palavra. Quanto a prémios, tal como os diplomas Michelin, não se deve dar grande valor, porque nem todos os restaurantes que que são galardoados merecem tal distinção.

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