quarta-feira, 16 de novembro de 2016

A 16 DE NOVEMBRO DE 1943, MORRE O ENGENHEIRO DUARTE PACHECO

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A 16 de Novembro de 1943 é anunciada a morte, em Setúbal do engenheiro e estadista português Duarte Pacheco., ministro das Obras Públicas e Comunicações.
Foi, provavelmente, o melhor ministro que o Estado Novo teve. O Diário de Lisboa publicado no dia em que morreu Duarte Pacheco refere elogiosamente a sua obra em prol do desenvolvimento do país: a rede de estradas, os melhoramentos rurais, os planos de hidráulica, a obra dos Portos, as escolas, os museus, os edifícios públicos, as obras de engenharia, as barragens, as pontes, a regularização dos rios, a modernização dos correios, telégrafos e telefones, e, finalmente, entre dezenas de outros empreendimentos realizados e em curso, o plano de urbanização para todo o país. Tinha a paixão por Lisboa, da qual fora, durante algum tempo, presidente da câmara. Essa sua paixão levou-o, enquanto ministro, a colocar a engenharia e a arquitectura a trabalhar para a modernização da capital do país: mandou construir bairros sociais e obras de grande envergadura como Estádio Nacional, ligado a Lisboa através de uma auto-estrada de 8 km (a primeira de Portugal), a Fonte Luminosa, O Instituto Superior Técnico, a Casa da Moeda e outros edifícios públicos. Incentivou a construção do aeroporto, delineou as Avenidas Novas (larguíssimas para a época), mandou construir a Estrada Marginal, impulsionou a captação de águas, desenvolveu o Porto de Lisboa, impulsionou a conclusão das obras do Arsenal do Alfeite e determinou a construção da base naval de Lisboa e da base aérea do Montijo, para além de dezenas de outras obras.
Nasceu a 19 de Abril de 1900 em Loulé.

4 comentários:

  1. Um mês e um dia depois da sua morte nasci. Ele viveu 43 anos, e eu já vou nos 73, sem obra feita.

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    1. José, não é justo que diga isso de si mesmo! Vá lá... Não tem obra feita?

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  2. A capacidade interventiva do meu Amigo, no campo social, também é útil e merecedora de de ser tida em conta. Nem todos podem desenhar ou mandar executar estradas e pontes, mas fazer pontes para o entendimento de um mundo melhor também é obra. Um abraço lusitano ao José Amaral, que vai percorrendo a ponte com energia e sabedoria.

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  3. Caro Amigo José Amaral, qual o motivo que afirma que não tem obra feita? Então todos os seus escritos não conta? Para mim e sem menos prezar todos os colaboradores deste blogue, para a mim o Senhor é um dos maiores entre os maiores. Já vários vezes expressei esta opinião e não altero uma virgula. Escrever como Senhor o faz, para quem o lê é um grande privilégio. Como tal a sua obra é outra e tem o meu apreço.
    Um abraço fraternal do,
    Mário Jesus

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