sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Estamos no ‘top ten’ da dissipação colectiva


Nuno Melo, no seu tendencioso escrito semanal ‘Linhas Tortas’ no JN, com o título ‘Quem vier atrás que feche a porta’, veio lembrar-nos que a dívida portuguesa é a 5ª mais alta do planeta, com o novo recorde a chegar aos 133,1% do PIB. Bem, estamos no top ten de mal gastar à tripa forra, graças à má cultura e governação dos filhos da nação.
Depois, o dito arauto de bem viver à nossa custa como outros de igual quilate que tão bem têm espatifado Portugal, lembrou que o Estado, isto é, a bolsa dos contribuintes, ficou com a dívida da Carris de Lisboa, no ‘pequeníssimo’ montante de 813,2 milhões de euros, transferindo-a - a Carris - limpinha de dívidas à CM de Lisboa.
Perante estas suas afirmações, mesmo sendo verdadeiras, não são como ele afirma somente por culpa das governações do PS e consubstanciada no seu dito de que ‘enquanto houver dinheiro dos contribuintes o socialismo acontece’. Também são culpados todos aqueles que estiveram nas rédeas do poder desde Abril de 1974 e foram responsáveis por tudo que nos foi acontecendo no decorrer dos tempos, com culpas de todos aqueles que neles votaram ou não, abstendo-se.
Resumindo: não nos venha agora dizer que as ruínas danosas na Banca Portuguesa também eclodiram porque o ‘socialismo acontece enquanto houver dinheiro dos contribuintes’!


José Amaral

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