quinta-feira, 17 de novembro de 2016

O mundo actual anda a pedi-las


Se entre a ficção e a realidade tudo é já quase possível, no entanto, a morte não é um fingimento da realidade, é real.
Então, por que razão se destrói e se mata por ‘dá cá aquela palha’?
Também sabemos que os extremismos não dão bons resultados, levando-nos, isso sim, a situações inimagináveis, em disfunção da nossa normal racionalidade.
O movimento Brexit, que levou o Reino Unido a zarpar da Europa, teve como refluxo ácido a eleição do destemperado Donald Trump, podre de rico e um sem-abrigo perante o semelhante.
Por sua vez a direita revanchista tenta, agora, mais do que nunca, alcandorar-se em todas as escadas do poder, através das artes e manhas de ‘dividir para reinar’, enquanto a repartida esquerda não consegue pôr em acção aquilo que mais a une – a defesa intransigente dos mais desprotegidos, dando-lhes a cana para pescar – ao que os separa – conflitos meramente de lana-caprina -.
Portanto, de mãos dadas e olhos nos olhos, saibamos ser os voluntários anónimos, a fim de sermos os obreiros de um mundo melhor.

José Amaral


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