sábado, 17 de dezembro de 2016

RECONHECIMENTO

Já consigo pegar nas chávenas pequenas. As mãos já tremem menos. Apanhei um valente susto. Até houve um dia em que não conseguia pegar na caneta. O que seria de mim sem a escrita? A minha vida, neste momento, é a escrita. Bom, a escrita, a declamação e a agitação revolucionária. Modéstia à parte, não tenho dúvidas de que estou ao nível dos mais badalados. Só não voltei a ter aquele empurrão que tive há dez anos atrás com a "Declaração de Amor ao Primeiro-Ministro", graças ao Valter Hugo Mãe. Não tenho dúvidas de que sou original, de que escrevo em vários estilos. Não tenho dúvidas de que vou chegar lá, ao reconhecimento da minha arte e das minhas ideias.

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