quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

A CGD é para funcionar ou nem por isso?



Depois de todas as novelas sobre pessoas que vão ou deixam de ir para a administração da Caixa Geral de Depósitos (CGD), não será tempo de deixar a Caixa funcionar, ou haverá só vontade de acabar de vez com o que da mesma ainda existe?

Cada dia que mais se protele o que se espera possa ser a normalidade na CGD mais facadas são dadas numa instituição que “ainda” não é espanhola, angolana ou chinesa.

E, que apesar de demasiados percalços nestas últimas décadas, deveria funcionar melhor.

E a necessidade de quem hoje não conseguiu ser governo aparecer no “bota a baixo” vai fazendo com que o essencial, que a CGD funcione, passe para último lugar.

Fica cada vez mais a impressão de que o país deixou de ser o “alvo” dos nossos políticos.

Será que a CGD algum dia irá funcionar?

Assim não parece!

Augusto Küttner, Porto
(PÚBLICO, 16.02.2017)

2 comentários:

  1. Caro Augusto, sou um leitor atento e admirador dos seus escritos, sempre independentes e sérios. Este no entanto desapontou-me. Pergunto, se me permite. A Caixa não tem (finalmente, diria) uma Administração (competente, aliás) em plenitude de funções? Alguém a pôs agora em causa? Então não se pode investigar se por acaso um ministro mentiu ao parlamento? Será acaso para si coisa pouca? Se me diz que é, confesso que ficaria desiludido. Um abraço

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  2. Meu Caro Augusto, espero esteja bem de saúde. Quando tiver tempo, sugiro-lhe consulte, sobre este mesmo tema, os dois artigos que aqui escrevi e que também mereceram estampa no nosso Público, dias 20 e 21 do corrente. Um abraço, talvez na divergência...

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