sábado, 4 de fevereiro de 2017

A manha por Almada Negreiros

Chegou-me ontem via Nicolau Santos no Expresso Curto e a propósito da exposição "Almada Negreiros: uma maneira de ser moderno".
Aqui vai, escrita pelo artista em 1933: "A nossa querida terra (Portugal) está cheia de manhas, de manhosos e de manhosas. E numa terra de manhosos não se pode chegar senão a uma terra de falsos prestígios".
PS: o meu falecido pai chamava-lhes, apropriadamente, "manholas"

Fernando Cardoso Rodrigues

2 comentários:

  1. O apelido Manhoso é muito corrente em Montijo, e já era usado no tempo em que esta actual cidade era a vila de Aldeia Galega. Há há mais de uma família assim denominada. Há mesmo uma sua colega, médica, que se chama Ilda Manhoso.

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  2. Parabéns pelo seu comentário Joaquim! Verdadeiramente subtil! Afinal há verdadeiros Manhosos ( com maiúscula)! Razão tinha o meu pai para preferir o "manholas". Assim, com minúscula e aspas, os Manholas que possam tmbém existir saberão que me refiro aos verdadeiros, aos que têm manha e não aos que possuem apenas o apelido de que não têm culpa ( mas que eu não gostaria de ter para evitar confusões...)
    Grato pela argúcia ( sabe que o Dicionário Universal a coloca como sinónimo de manha?) do seu comntário!

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