quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Maddie: A Verdade da Mentira

Após nove anos de intensa luta nos tribunais, eis que Gonçalo Amaral, antigo inspector da PJ vê tornada nula a pena a que fora sujeito em pagar 500 mil euros ao desnaturado casal McCann, que se julgou manchado na sua honra após Gonçalo Amaral ter publicado o esclarecedor livro ‘Maddie: A Verdade da Mentira’, que relata o modo inadequado como foi tratado a ‘evaporação’ da jovem menor Maddie na fatídica noite de 3/5/2007, a qual ficou sozinha somente com os pequenos irmãos gémeos, enquanto seus ‘zelosos’ pais se ausentaram do apartamento para jantar e conviverem com outros súbditos ingleses de igual jaez.
Os juízes, que agora tomaram tal decisão, consideraram que o casal era arguido por ‘fundada suspeita’ que nunca foi devidamente esclarecida, porque os imprevidentes pais abandonaram Portugal, lançando muitas suspeições e causando grandes despesas aos serviços policiais e judiciais, entre outros.
Agora, deveriam ser chamados à Justiça, a fim de serem penalizados por tudo de mau que causaram a Gonçalo Amaral, em particular, e ao país, no geral.


José Amaral

Maddie: A Verdade da Mentira

6 comentários:

  1. Com culpa ou sem culpa estes ingleses perderam a filha em Portugal e sofrem por isso. Seria bom ter muito respeito por situações estremas como esta e não tomar posições de ânimo leve.

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  2. Não tenho nenhuma pena de tais pais, que abandonaram à sua sorte os filhos de tão tenra idade em solo estrangeiro, para se banquetearem com indivíduos de igual jaez. De quem tenho muita pena é da pobre e inditosa Maddie, que não teve pais à altura, para a defender do perigo em que caiu, ou teriam sido os pais a levá-la para o precipício?

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  3. Caro Amigo José, que muito considero - Com erros ou sem erros, ninguém é perfeito, é pouco razoável avaliar o comportamento global de pessoas das quais não conhecemos o seu percurso de vida, por uma situação infeliz que tiveram. Tenho pena dos pais e da criança da qual não se sabe ainda que destino teve. Lamento toda esta situação, porque os erros dos seres humanos, também são meus, porque, como diz a máxima "todo o homem é meu irmão". Um abraço fraterno.

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  4. Meu Caro Amigo que muito prezo, de facto quem sou eu para assim escrever? Todavia é o que penso sobre este fatídico assunto: os pais tiveram muita culpa do e no acontecido.
    Um fraterno abraço para si, bem como para todos os que frequentam este 'nosso' auditório.

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  5. Não sei o que separou os pais de Maddie e Gonçalo Amaral e portanto não me pronuncio sobre isso. Pelos vistos o José Amaral achou o livro "esclarecedor" (sic) e condena o casal e os seus amigos que diz serem de "igual jaez", não é? Bom, fico-me por me dizer apoiante do pensamento do Joaquim Tapadinhas quanto a este caso. E termino, se ele permite, perguntando ao José porque diz, no seu último comentário, "quem sou eu" (sic)? Não é o José Amaral?

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  6. O meu Amigo Fernando apanhou-me bem no 'preciosismo' "quem sou eu?". Todavia, os pais da inditosa Maddie têm muitas 'culpas no cartório'. Eu não abandonaria à sua sorte a pequena e indefesa filha (e irmãos) em lugar nenhum.

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