segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Onde dois textos se cruzam

A que me refiro? Ao editorial de David Dinis (DD) e à coluna de João Miguel Tavares (JMT) ambos no PÚBLICO de 21/Fevereiro. Começo pelo segundo - 2% de défice? Que governo espectacular! - onde o articulista ( anda "desesperado" JMT, de  tanto querer que as "coisas" corram mal!), já sem argumento para contrapor aos factos estatísticos e ao vamos sentindo no bolso e na "alma", diz que "é assim porque é assim" ou melhor... vai ser! Numa espécie de "TINA premonitório".E vai daí, não arranja melhor que "avisar-nos" a todos, ao povo, de que temos uma "bolha de inconsciência" que vai rebentar um dia. E se JMT o diz, é porque vai ser...
O primeiro, DD, acaba por lhe responder, acredito que sem o desejar, com "The Lisbon Papers" onde, analisando o "voo" de 10.000 milhões de euros para offshores, acontecido no tempo de Paulo Núncio do PSD/CDS e como Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, termina o editorial pedindo ao governo de esquerda que "ao menos sirva para olhar para este assunto, pelo menos isso, pode ser?" (poético, não é?...).
Ou seja, a catástrofe vem aí, "nem que chova", com a "geringonça" mas será esta que poderá "olhar para a ladroagem" permitida pelos senhores atentos e benfazejos que a antecederam. E esta, hem?

Nota: sei que poderia enviar esta carta a cada um dos jornalistas para os respectivos emails pessoais
          mas se ambos escrevem no jornal, porque razão o texto analítico dum vulgar cidadão não
         deverá ser enviado ao mesmo?

Fernando Cardoso Rodrigues

P.S.: este texto foi enviado ao "Cartas ao Director" do PÚBLICO em 21/Fevereiro e não mereceu                  .publicação. Foi posteriormente ( em 24/Fevereiro) reencaminhado para cada um dos visados e             também não mereceu qualquer reacção.

2 comentários:

  1. com quem o Caríssimo se foi meter. Com dois revisores inquisidores e logo no jornal aonde são, um director e outro um rrreaccionárrrrio dirrrreitista bem instalado na sua coluna no fecho das páginas daquele diário, que diz ser Público. Veja lá no que mete, se não vai para a prateleira

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  2. Com todo o respeito que as pessoas me merecem, num espaço aberto como este, e num país democrático, como felizmente ainda é Portugal, valorizo pouco as opiniões dos anónimos, mesmo que sejam correctas. Logo, para confraternizarmos, vamos tirar as máscaras.

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