sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Quinta-feira e outros dias


O título encapa uma obra literária politicamente incorrecta, uma vez que não deve vir para a praça pública assuntos de Estado tidos com membros reunidos, a menos que cheguem a acordo na publicação das respectivas actas dessas reuniões.
O autor não pensou no contraditório das pessoas ‘alvejadas’, pelo que podemos estar na presença de outras edições a contradizerem o que agora foi dado à estampa.
Este livro foi o ‘bater no/s ceguinho/s’, para, como confessou o autor, defender os superiores interesses da nação (sic).
E, para terminar, gostaríamos de saber oficialmente quantos ‘cantos’ tem a obra.


José Amaral

2 comentários:

  1. Provavelmente nove, tantos quanto os dos Lusíadas...
    Na realidade parece que vão ser dois, ou seja, serão outros tantos a mais...

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  2. O Público publicou hoje, dia 20 de Fevereiro de 2017, esta carta ao director, assim como outras dos colegas Manuel Martins e Fernando Cardoso Rodrigues. De quando em vez, o jornal Público escancara as portas. Parabéns a todos.

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