terça-feira, 25 de abril de 2017

De improviso "a talhe de foice"

- "Eagora Macron"- segº Paula Ferrª do JN
- A Editor - executiva- adjunta, Paula Ferreira, escreve para a gente ler e ter a possibilidade de aprender alguma coisa. Mas, como a autora não completa bem o seu raciocínio, dizendo tudo o que sabe ou devia saber, a gente lê e fica no mínimo intrigado. Eu não queria ser um desmancha prazeres, até gosto de intervir no formato, light, mas não posso deixar passar em claro o facto que ela descreve na sua coluna destinada aos JNs. Depois de se interrogar ao longo da crónica sobre o acto e os efeitos das Eleições que opôs Le Pen a Macron e outros figurantes, mais ou menos elegíveis, tenta fechar o texto, lançando-se sobre os perigos da eleição de "la Marine" e da complexidade crescente na Política da Europa, lembrando-nos que hoje é dia de Abril em Portugal, e diz: ":::Marine Le Pen e todos os seus seguidores(milhões-n-a.) espalham o medo e a mentira para cativar......(blá,blá,blá)...a pedir o fecho das fronteiras, quando todos sabiam que o autor do último atentado (nos Campos Elíseos-n.a.) era um cidadão francês." - Ora aqui é que está o busílis da questão. Será que Karim Cheurfi, um radical já anteriormente condenado em 4 ocasiões, pelo menos, e com penas pesadas mas contemplativas ao mesmo tempo, preso por 14 anos por violência contra polícias, e ....., é FRANCÊS? Francês/GAULÊS? ou francês só porque nasceu em França oriundo de sangue e de avós que transportam nas veias pólvora histórica para a fazer rebentar na terra de acolhimento e terra que se povoa de gente suspeita e camuflada, com a "sua história" bem interiorizada, e que a faz explodir à mínima oportunidade? Eu gostava de ter visto e lido o texto da autora Paula Ferrª, com esta evidência exposta para a gente estar mais consciente, do quanto vale esta abertura das pernas e dos abortos que aparamos, para não ficarmos todos ingénuos, e imbecis, por tanta generosidade tola. Hoje é Abril em Portugal- Dia da Liberdade, mas não das liberdades terroristas, com que Shengen nos "confortou e nos melou os corações". Marine sabe que fica mais barato defender e proteger a Europa e o seu país, do que fazer funerais atrás uns dos outros - de GAULESES!

                              

7 comentários:

  1. Há ideias que fedem! O futuro da Humanidade nada tem a ver com o que deixa transparecer...

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    1. o Futuro da humanidade, diz-nos a experiência vivenciada, está nos demagogos, trapaceiros, criminosos, que têm governado os países até hoje, desde Nixon´s, Reagan´s, Bush´s, Trump´s etc. Os que derrubaram Allend´s, Saddam, Kahdafis, N. Duartes, e se atiram aos Assad´s, Putin´s, e apoiaram Marcos, agora Dutertes, e andam aos beijos com chineses, japoneses e sul coreanos, como convém no momento, estes é que são a solução ou a mãe de todas as soluções para a Europa ajoelhada e com garantia de assim se manter, até diante do homem da cadeira de rodas. Apanhem boleia, que é por essa via que lá chegam ou se perpetuam no lameiro da política em vigor!

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  2. A Le Pen, para ser muito boa a defender baratinho a França e a Europa toda, deve ter outras ideias, porque não é a fechar fronteiras e a expulsar imigrantes que chega lá. A ela, eu não confiaria nada e muito menos a minha segurança. É que sou do sul (branco, é certo), mas moreno.

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    1. Macron, apresenta-se garantindo-nos que não é de esquerda, não é de direita nem do centro. Conclui-se que este indefinido, é menos que zero, pois zero é um nº importante para qq. cálculo. Ora Macron sendo nada, sendo um vazio, torna-se um gajo mais perigoso e mais obscuro, do que Marine que diz olhos nos olhos do que que é capaz. Posiciona-se. Tem um programa, um projecto que é aceite por quem o quiser aceitar. Diz o que pretende. O outro sobrevivente das eleições, é um perdido, sem um credo ou um programa. É um enigma, uma interrogação, um mistério, um vazio. É um rapazinho que por isso mesmo ainda não se descobriu e que rumo quer tomar. Deve ser da idade. Assim é um perigo a decifrar e saber que rumo quer tomar:-se o dos perdidos, se os de por achar. Eu não votaria num rapaz que não se define e espera para ver o melhor e mais oportuno momento de virar para o lado que lhe dê mais jeito. Pode ser um oportunista e demagogo, que quer agradar a todos. Isto é-: enganar todos. O que o torna pior do que os restantes.

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    2. Custar-me-ia muito votar no Macron. Parafraseando Mélenchon, eu talvez votasse branco ou nulo, talvez me abstivesse (seria a primeira vez), ou... como temos a Le Pen como alternativa, talvez acabasse por votar nele. Mas não é Macron que, de momento, me preocupa.
      A frontalidade da Le Pen não me conforta, antes pelo contrário. Dá todos os sinais de ser racista, xenófoba, nacionalista de pendor fascista. E a minha apreciação por ela não melhora pelo facto de, expressa ou tacitamente, aceitar ser isso tudo. Um malfeitor não o é menos por admitir sê-lo.

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  3. O meu Companheiro de escrita, escrita por uma vera Pena Fiel, sabe coisas que eu jamais saberei. Um forte abraço e muita saúde.

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  4. Meus caros José Amaral e, já agora, por tabela, Joaquim Moura:
    Não há escrito do Joaquim que eu não admire: é o estilo, a qualidade, a imaginação, eu sei lá. Já o tenho enaltecido nestes comentários. Quanto às ideias subjacentes, nem sempre estamos de acordo, o que não é nenhum drama. Em assuntos graves como o presente, só posso lamentar que a substância (pequenina) não mereça a forma (superior). Um abraço aos dois.

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