sexta-feira, 21 de abril de 2017

O atentado permanente da nossa liberdade



O Atentado de ontem em Paris, não se sabe que propósito teve, se o teve, se se inscreve na luta do Bem contra o Mal, ou o seu reverso neste caso, que voltou a estar na moda, este tipo de lutas ideológicas subjectivas.
Nunca se saberá, porque nunca a opinião pública saberá toda a verdade, ou porque a querem manipular, ou porque a querem proteger, ou porque a fazem tonta.
O que parece certo é que com grande precisão, no momento mais do que ideal, aconteceu mais um atentado na Avenida da Liberdade dos franceses, em que as decisões ainda baralhadas e não tomadas de muitos votantes em França – os inseguros ou os aflitos por não terem opções decentes - podem ser afectadas pelo acontecimento trágico.
Quem o fez pensou nisso, quem o pensou não se sabe quem é: até pode ser o mais puro dos caucasianos sem miscigenação de sangue até à sétima geração, a sua.

E é na grande incógnita da verdade dos acontecimentos, que o homem contemporâneo tem que viver, o que o pode levar a cometer erros atrozes de escolha, validando com o seu voto e pensando estar a ser livre a esclarecido na decisão fundamental da cruz que coloca no papel, quando está a legitimar uma fraude que sagazmente trabalhou a sua cabeça e a dos outros cidadãos. 

1 comentário:

  1. Novamente a comunicação social e o voto popular! Mas é o nosso tempo, o tempo de todos os sentidos, cérebro e cultura a funcionarem, não é caro Luís?...

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