terça-feira, 11 de abril de 2017

UM LIVRO DE RECEITAS SIMPLES

Resultado de imagem para LIVRO DE RECEITAS DOLORES AVEIRO

meia dúzia de linhas, para vos falar e aproveitar a oportunidade para elogiar a nova faceta da matriarca Aveiro, que a meias com uma das suas filhas, Kátia Aveiro, através da publicação de um livro dedicado à gastronomia, que foi divulgado ontem dia 8 de Abril, numa sessão de apresentação do livro, com o título bem adequado e simples, como é essa família Aveiro, “As receitas da minha querida mãe”. Livro feito a meias e de autoria de Kátia Aveiro e da Senhora D. Dolores Aveiro, livro esse apresentado na loja FNAC do Centro Comercial Colombo, em Lisboa (passe a publicidade). É um livro, com receitas simples e sem receitas caras, feito por gente igualmente simples, dirigido e a pensar essencialmente para gentes simples, como aliás é toda aquela gente da linda Ilha da Madeira e igualmente também do continente. Como afirmou na apresentação do citado livro dedicado à gastronomia, a matriarca da família Aveiro, afirmou que, “Há, sim muito amor...e pratos simples”. É verdade é preciso haver dentro de cada um de nós amor, para distribuir e dar aos outros, e assim juntar igualmente pratos adequados, simples, acessíveis e decerto a pensarem nos menos favorecidos, numa altura da vida em que alguns portugueses, passam fome. É verdade, a gente a passar mal...os meus parabéns a essas duas Senhoras.

(Texto-opinião, publicado na edição Nrº. 46.240 do Diário de Notícias da    Madeira de 11 de Abril de 2017)

Mário da Silva Jesus

1 comentário:

  1. Deixe-me dar uma gargalhada consigo! É que, depois de ler o seu texto, lembrei-me da crónica do MEC - Amores e Dissabores - no PÚBLICO de 5/4 em que ele dizia que "há um ingrediente que me cai sempre mal quando vou almoçar fora: é o amor" (sic).
    As duas Senhoras também podiam ter dito somente "pratos simples bem cozinhados" e soava-me melhor. Termino ainda com o MEC que acabou a dita crónica com:" porque é que o amor não pode ficar para quem ama? Desde quando é que bacalhau á Narcisa, não chega?" (sic)

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