quinta-feira, 4 de maio de 2017

MOAB- a bomba de carnaval

Designada como a "Mãe-de-todas-as-bombas", a GBU-43/B, abreviada com a sigla, MOAB, é considerada pelos norte-americanos, que também se impõem como os "polícias do mundo", como a maior e mais poderosa "broca mortífera" capaz de furar e rasgar a superfície do solo, subsolo e até ao magma, e esburacar e destruir tudo quanto é ninho de rato, como túnel, passagem secreta, minas, grutas feitas esconderijos de terroristas-morcegos ou rebeldes-toupeiras. Foi mais ou menos assim, que foi propagandeada a bomba despejada sobre o Afeganistão, que desta vez não se chamava "litle boy", mas que foi ordenada descarregar por um loiro rapaz, que assume a presidência dos EE.UU, com nome do pato mais famoso da Disney, Donald. Donald Trump. A MOAB, que deve o seu nome também a uma cidade do Utah, ou noutra versão, a uma montanha da Jordânia, ali nas imediações do rio Jordão, foi lançada, também para servir de aviso aos norte coreanos, um povo que não vai à bola com o tal personagem com ar de roberto leal, e casado com uma beldade de fazer inveja a qualquer princesa ou odalisca, vestida de seda ou cambraia. Em suma: - uma bomba amiga para os americanos e o ocidente submisso, e uma bomba mortal e destrutiva para o inimigo, que usa armas fornecidas muitas das vezes pelos yankes. Pelo pouco que se sabe e pelo que não se sabe sobretudo, a tal bomba foi um fracasso total, ineficaz e do tipo bombinha de carnaval, quando comparada com um qualquer paiol de foguetes de Portugal, em laboração. Infelizmente. Como sabemos também, o rebentamento de uma pirotecnia no nosso país, por altura de fabrico de foguetes, com destino a subirem ao céu para fazerem felizes a nossa gente sempre em festa popular, e estoirarem, largando no rebentamento efeitos especiais, é quantas vezes mais mortífera que a tal MOAB, que causa estragos menos graves e menos  vítimas. A tal bomba yank e científica, ao contrário dos nossos foguetes artesanais, foi mais propaganda, que estrondo de jeito e com efeitos objectivos e esperados. Os norte americanos, nunca foram um povo credível desde que se ocuparam de desencadearem guerras por todo o lado, e sempre em busca de um cemitério aonde enterrar os seus filhos. É Histórico, as suas perdas e os seus traumas. Hoje como já ontem, são um circo com mestre de cerimónias apalhaçado, ridículo e perigoso. Dispensávamos bem este tipo de presidente, da mais poderosa nação do mundo, e o riso ou apreensão que ele nos provoca. Não foi para isto, de certeza, que ele foi eleito Alguém lhe devia dizer, que ele se dedicasse mais à Melania doce e silenciosa, e deixasse de ser tão melão azedo, e de casca dura, que nem sabe levar a mão ao peito quando soa o hino nacional, senão por indicação da bela modelo. Acertou pelo menos, quando alertado, aonde ficava o coração!


1 comentário:

Caro(a) leitor(a), o seu comentário é sempre muito bem-vindo, desde que o faça sem recorrer a insultos e/ou a ameaças a quem quer que seja. Não serão considerados os comentários anónimos. Obrigado.