segunda-feira, 19 de junho de 2017

Nove meses de inverno e três de inferno


Este vosso confrade é oriundo de uma zona do nosso maravilhoso país onde se diz que o clima se resume ou resumia a ‘nove meses de inverno e a três de inferno’. E, de facto, assim é.
Tenho, pois, estado na minha ‘terrinha’, e o calor a tudo e a todos deixam ‘aganados’, que quer dizer murchos.
Quero afirmar-vos que não me dou com muito calor, nem com muito frio, apesar de não ser ‘flor de estufa’. Todavia, como ‘quem não se sente é porque não é filho de boa gente’, eu assim penso e assim me sinto e sinto.
Portanto, aos amigos que neste espaço notaram a minha ausência, principalmente por parte do nosso comum amigo Amândio G. Martins, o único a verbalizar tal sentir, bem como o telefonema de Francisco Ramalho, a todos fico muito agradecido e sensibilizado.
Assim, as lides mais urbanas deram lugar às rurais, nas quais tenho suado às estopinhas.
Também não quero deixar passar em claro a sanha devoradora do fogo que carbonizou dezenas de compatriotas, destroçando famílias, que jamais se recomporão, bem como aqueles que ainda estão a padecer em hospitais.

José Amaral

2 comentários:

  1. Apesar de se suar as estopinhas, as lides rurais, amenizam as urbanas.

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  2. Ok, senhor Amaral. Andou a tratar assuntos da sua vida. Mas quando alguém que estamos habituados a ver todos os dias deixa de abrir a janela, a gente interroga-se... Agora já não deve haver quem sue as "estopinhas", é mais os acrílicos, que os trapos de hoje já pouco algodão devem ter...

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