quarta-feira, 28 de junho de 2017

Pergunta (in)conveniente?



Uma pergunta estupefacta:

Então o provedor da Misericórdia do Pedrogão inventa mortes por suicídio e sacode-se, e nós entregamos mais de um milhão de euros nas mãos da União das Miseridórdias, para gerirem a dádiva aos mais necessitados?

5 comentários:

  1. E o que tem uma coisa a ver com a outra? Não confunda o rabo com as calças!

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  2. As Misericórdias são credoras do nosso respeito. Entendo que o senhor Robalo não tenha nenhuma confiança num sujeito como o que refere, que não passa de um carreirista político miserável, que não olha a meios para assegurar os seus interesses, mas ele não representa as Misericórdias!

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  3. Concordo que não se deve extrapolar do particular para o geral. Agora o que espero (?) é que O Dr. Manuel Lemos, ou alguém por ele, venha dizer-nos o que pensa do carácter e valia do referido senhor que "soprou" a aleivosia muito grave aos ouvidos de Passos Coelho ( que "emprenhou" por lá...). E, já agora, de qual vai ser o papel do mesmo provedor da SCM de Pedrogão na gestão do dinheiro que a União das Misericórdias tem em mãos, dado por muita gente. Se alguém vier a saber do que sugiro, agradeço que me informe, aqui no blogue ou por outra via.

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  4. Foi a questão precisamente da entrega do dinheiro que me levantou a questão. E sim, conheço vários Provedores que vivem numa estratosfera acima das suas possibilidades.
    Não quero generalizar nas ficava muito mais tranquilo com o destino do meu dinheiro se fosse feita uma lista e publicada com a identificação dos beneficiários da dádiva, o montante a receber e a forma de entrega do mesmo.
    E esse trabalho poderia muito bem ser feito por uma instituição laica, do estado, desde e sempre que preste contas. E em tempo útil.

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    1. Também eu gostaria que o "milhão" fosse gerido por outro tipo de instituição, mas admito que possa haver algum "parti pris"de formação cívica nesta opinião. Agora no caso em apreço, o que me incomoda é que um homem que inventa e difunde (des)informação tão perniciosa é, "ipsis verbis", um mau carácter.E quem não tem um mínimo de ética,"nem" no "vil metal" tem idoneidade para mexer.

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