terça-feira, 11 de julho de 2017

GNR jóvens e exibicionistas

Penso que não devo deixar sem reparo a forma completamente gratuita, que me pareceu também provocatória, como fui abordado por um “casal” de jóvens agentes da GNR, em 11.07. 017, cerca das 09H30, na via Foral D. Teresa, em Ponte de Lima, junto à bomba de gasolina aí instalada.
Circulando eu no sentido da saída da vila, na direcção da Feitosa,tomei a posição adequada para virar à esquerda, para poder entrar na referida bomba, e aguardava nessa posição uma “aberta” no trânsito vindo de frente.
Quando já estava em posição de abastecer, ouço alguém chamar: “Ei, senhor doutor, há algum problema”?  Como aquilo se repetia, embora não sendo doutor de coisa nenhuma, olhei para trás e vi o jipe daquela força policial, donde o elemento masculino me interpelava.
Sem perceber nada, coloquei a agulheta no repouso e aproximei-me dos agentes, tendo-me então sido dito que eu teria businado quando eles passavam… Estupefacto, sem saber o que dizer, porque não fazia nenhum sentido ter businado – terei sido eu, terá sido outro – respondi ao agente que se businei foi sem querer, pois não tinha qualquer lógica fazê-lo naquela posição…
O homem, que era o condutor, lá arrancou, mas de má cara e a remoer qualquer coisa que não ententi.
Ora bem: é suposto já ir longe o tempo em que os agentes das forças policiais eram uns brutamontes semi-analfabetos; e é sabido que hoje, além de uma melhor formação académica de base, a instrução que recebem, antes de poder exercer a sua função, também é muito mais exigente.Todavia, os tiques de exibicionismo bacoco que detectei nestes jóvens agentes devem, a meu ver, preocupar os seus superiores hierárquicos…

Amândio G. Martins



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