quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Noticiário diverso

1 – PSP do Porto como há 70 anos

A PSP do Porto, ao nível dos seus recursos humanos, reporta-se a 1948.
Como é isto possível tendo em conta o mundo do crime cada vez mais aumentado e sofisticado e o boom do turismo ter aumentado para números nunca antes sonhados?
Assim, com é possível manter a segurança pública em níveis aceitáveis, no que concerne a bens e pessoas?

2 – O turismo no turismo de massas

Qualquer turista gostará de ver na sua essência, quando visita um país, qual é o seu mundo tradicional e a sua própria tipicidade.
Contudo, em que se fundamenta a ‘noite do balde’, que agita e faz regurgitar a ‘movida’ nas Ribeiras de Gaia e Porto, às segundas-feiras?
E o que dizer-se do ‘botellón’ à espanhola, onde a falta de civismo, desmandos e excessos se elevam acima de todos os níveis aceitáveis?
Não queiram os glutões de milhões matar não só a galinha de ovos de ouro, como também dizimar a própria capoeira!

3 – Foi um autocarro; agora, um automóvel

Primeiro, foi um autocarro que ardeu no interior do túnel do Marão; agora, aconteceu o mesmo a um simples automóvel ligeiro.
E, em ambos os casos, o túnel encerrou para limpeza e para extracção de fumos.
Pergunta-se: afinal quais são as suas condições de segurança, que de imediato torna inoperativa a circulação de viaturas no interior do referido túnel?

4 – Venezuela no caos

Com um governo maduro a cair de podre, a Venezuela caminha inexoravelmente para o caos total, bem como para a sua divisão administrativa, governativa e militar.
E não haverá bom senso suficiente para se reverter esta melindrosa situação no seio do mundo americano?

5 – Final da Supertaça Europeia

Na final da Supertaça Europeia de Futebol, o Real Madrid, de Zidane, venceu o Manchester United, de Mourinho.
Não gostei mesmo nada, aquando da entrega de medalhas aos elementos de cada equipa, ver o ‘nosso’ José Mourinho não ter tido o desportivismo suficiente em manter ao peito a medalha que lhe foi entregue, tirando-a de imediato para a dar a um anónimo espectador.
Para mim não foi um gesto ao nível de um Special One, mas tão-somente um baixo gesto de um vulgar de Lineu.

José Amaral



2 comentários:

  1. Como cidadão, felicito-o pela atenção pertinente que deu a, neste caso, cinco episódios do nosso comum quotidiano.

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  2. O nosso "José" já não é a primeira vez que reage assim, quando não ganha, e não vejo mal nenhum que, se não quer a medalha, faça com ela a felicidade de alguém. Só não gostei foi da forma brusca como o fez, mal lha puseram ao pescoço, como se aquilo lhe metesse nojo...

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