terça-feira, 24 de abril de 2018

Estória verídica

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Chama-se Urbino Grave e já é octogenário. Aos dez anos, depois de fazer a quarta classe, foi para ajudante de moleiro, sendo moleiro até aos dias de hoje, já lá vão sete décadas.
Sabe do ofício como só poucos em Portugal o sabem.
Este ‘escravo’ do seu tempo fica abismado com as psicologias de hoje, em que uma ‘criança’ de 35 anos de idade fica traumatizada, se a mandam fazer o que não gosta.
Assim, de costas ao alto, sem se fazer o mínimo de ginástica corporal, não há SNS – Serviço Nacional de Saúde – que aguente em curar tantos aleijões, que diariamente chegam às urgências, ou para terem consultas de psicologia, aplicada à psiquiatria da futilidade social.
Como ‘nem oito nem oitenta’, pague-se a quem merece o seu salário, e não se meça tudo pela mesma medida, pois, malandros sempre os houve, e ladrões também, os quais cada vez são mais do que as mães.

José Amaral

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