segunda-feira, 2 de julho de 2018

Ecos noticiosos

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(imagem do Google)

1 – Viva a Divida Pública
A dívida pública subiu acima de 250 mil milhões e atinge nove recorde de continuada dependência nacional face ao exterior.
Se assim subisse o salário mínimo nacional, ele seria o maior do planeta, e todos os ‘mexias’ deste mal gerido país outro salário não queriam ter.

2 – Mais paralisações estão na forja
O mundo laboral mais bem pago e socialmente bem instalado não se cansa de enfrentar o poder instituído, fazendo exigências de toda a ordem, malgrado o actual governo lhe ter ‘aberto as pernas’, com promessas eleitoralistas.
Entretanto, só que os deserdados da vida não encontraram ainda quem os defenda.
‘Quem se lixa sempre é o mexilhão’; e é bem verdade.

3 – Comprar casa tem novas regras
Depois da banca, nos primeiros quatro meses deste ano, ter concedido 3 000 milhões de euros para compras de casas a preços proibitivos, com futuras imparidades que nos sairão muito caras, é agora que os ‘bem esclarecidos crânios’ do BdP vêm impôr novas regras.
Assim, não nos espanta que ‘depois de casa roubada, trancas nas portas’.

4 – Até quando a sua saúde aguentará?
O dia-a-dia do nosso presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, é preenchido como nunca ninguém terá imaginado ser possível desempenhar.
A sua híper-actividade e disponibilidade total não têm paralelo com os seus antecessores, pese embora uns terem sido suficientemente activos, enquanto outros foram abúlicos q.b..

5 – Adeus mundial
Para nós – portugueses – o mundial de futebol na Rússia já foi.
Agora, há que arregaçar as mangas, fortalecer as canetas e imaginar outras tácticas, para defendermos o ceptro europeu, no certame que já se avizinha.

6 – A luta continua
Uma guerra de guerrilha, entre o tenente-coronel Brandão Ferreira e o histórico do PS Manuel Alegre, dura há oito anos.
O primeiro terá tecido duras críticas a Manuel Alegre, quando este foi candidato à presidência da República.
Por sua vez, o segundo, recorrendo aos tribunais, viu agora a Justiça pôr-se do seu lado.
Meus caros veteranos de guerra – comigo incluído -, vejam só, passados tantos anos, como as feridas da Guerra Colonial continuam por cicatrizar, como se os ‘maus da fita’ tivessem sido os que deram o ‘corpo ao manifesto’, enquanto os ‘bons da fita’ fossem todos aqueles que se ‘puseram ao fresco’, ou com bons padrinhos, que de tal inferno os livraram.

José Amaral

5 comentários:

  1. Ponto 2: a quem se refere o José Amaral, do lado dos "bem instalados" e dos "deserdados"?
    Ponto 6: segundo julgo, o referido militar acusou Manuel Alegre de desertor que este provou não ter sido, não foi? E, já agora, considera um desertor da guerra colonial por convicção política, é um tipo qua "se pôs ao fresco"?

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  2. Perante a sua bem intencionada provocação, reservo-me no direito de mais nada acrescentar. Tenha, Fernando Rodrigues, um bom dia.

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    1. Está muito enganado, não fiz provocação nenhuma. Então acerca do ponto 6, é que nem sequer vejo como a pode ver como tal. Se não me quer responder, isso é outra coisa.

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    2. Não sei que mais dizer sobre o ponto que refere.

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    3. Então vou eu dizer-lhe o que penso sobre isso. No caso do Manuel Alegre a deserção de que foi acusado pelo militar, não existiu, o que o José Amaral sabe, porque o disse acima. Mas, mesmo assim, toma-o como caso de deserção, senão não diria que "os que se puseram ao fresco" (donde lhe vem então isto, no contexto do seu texto?). E, logo de seguida, insinua que "os que deram o corpo ao manifesto" (que foram à guerra, pressuponho) serão os "maus da fita", enquanto os "bons" seriam os desertores. E para que não diga que faço "provocação", junto que você e eu optamos por ir à guerra ( no meu caso, confesso, para "pagar um "imposto" que me permitia viver no meu país) mas não ir porque aquela era uma guerra de regime iníquo, também era uma decisão bem difícil e com más consequências. Se não quiser dizer mais nada sobre isto, tenho que aceitar mas confesso que não compreendo. Do meu pensamento sobre o assunto, você sabe tudo, enquanto do seu pouco ou nada sei.

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