segunda-feira, 13 de agosto de 2018


Pila vadia...


O homem, que é dono de uma empresa de renome e detentor de uma das maiores fortunas do país, de burro não deve ter nada, mas a forma como vem tentando escapar a um processo de reconhecimento de paternidade não abona em favor da sua inteligência, a menos que seja um truque propositado para que se vá falando dele...

Segundo se lê no JN, há uma senhora brasileira que garante ser ele o pai do seu filho, já com oito anos, afirmando terem mantido uma relação amorosa que durou anos; todavia, este comendador diz-se impedido de ser pai por motivos de saúde, além de que nem conhece a senhora de lado nenhum.

Difícil de perceber é a recusa sistemática em comparecer aos exames de ADN que tanto um tribunal português como o brasileiro lhe determinaram e deveria ser o primeiro a querer fazer, tendo já faltado oito vezes; perante isto, o nosso tribunal já o declarou pai da criança, tendo agora de ser ele a provar que o não é, por inversão do ónus da prova.


Amândio G. Martins





2 comentários:

  1. O senhor trouxe-nos dois belos espécimes, ontem e hoje. O conde de Ferreira ( "de", Amândio, não lhe roube o "de"...) e o "pila vadia" (verdade que não sei quem é!). O primeiro foi barão, visconde e, finalmente, conde. O segundo "ficou-se" pelo, mais prosaico, comendador. Um sem descendência legítima, o outro com descendência "a mais". O Ferreira ficou "de Ferreira" e "pila vadia" ficou pai... por inversão da prova. E, a propósito desta última, tenho é pena que ela seja aplicada para concluir da paternidade mas não faça lei ( ainda há bem pouco tempo, isso foi negado na AR) nos casos em que a riqueza material apareça "caída do ar"...

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  2. Obrigado pela correccção, mas foi assim que na referida entrevista o trataram e eu fui atrás...

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