Este blogue foi criado em Janeiro de 2013, com o objectivo de reunir o maior número possível de leitores-escritores de cartas para jornais (cidadãos que enviam as suas cartas para os diferentes Espaços do Leitor). Ao visitante deste blogue, ainda não credenciado, que pretenda publicar aqui os seus textos, convidamo-lo a manifestar essa vontade em e-mail para: rodriguess.vozdagirafa@gmail.com. A resposta será rápida.
quarta-feira, 19 de setembro de 2018
JOVEM PINTORA QUE ME CHAMASTE ESTRELA
Queria tanto que voltasses, jovem pintora do V5. Queria beijar-te, amar-te, abraçar-te, jovem pintora que me chamaste estrela e alma. Fui estúpido. Não permaneci contigo, Fui procurar outras, jovem pintora que me chamaste estrela. Hoje, neste café de Matosinhos, custa-me beber a cerveja. Olho as miúdas lá fora. Sempre as miúdas. São a minha perdição, a minha vida. Mas eu fiquei realmente vidrado em ti, jovem pintora que me chamaste estrela. Ah, as miúdas são tão belas. Tão belas que o poeta se perde nelas. E canta. Não bebe mais cerveja. É veneno. Sabe mal. Enjoa. Jovem pintora que me chamaste estrela
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Qualquer um que goste do belo, gosta de miúdas. Eu gosto.
ResponderEliminarEu só não percebo, estando o A. Pedro sempre com "miúdas" ( de que tanto gosta) em seu redor, tem um tom tão "apocalíptico"...
ResponderEliminarE deve ser dramático viver a mendigar o sorriso das "miúdas" sem chegar a perceber se elas realmente lhe sorriem ou se riem dele...
ResponderEliminaraborreces-me, Górgias...
ResponderEliminarPois creia que tenho pena porque o senhor, a mim, nunca aborreceu; bem pelo contrário, sempre me diverte...
ResponderEliminarok, amigo, pazes feitas.
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