Num tempo em que a "doença" dos curricula falsificados prolifera, aparece, hoje, a notícia de que ministro Manuel Heitor ( dando o dito pelo não dito?) não aceita equivalências entre as licenciaturas anteriores a Bolonha e os mestrados posteriores à mesma. Na prática nada parece haver de mal pois as antigas licenciaturas duravam, em média, cinco anos, que é o mesmo tempo do somatório entre as actuais e o mestrado. Porque será então? Não sei responder mas tudo me faz pensar em "bloqueios e contra-bloqueios" político-administrativos cujo desígnio me escapa(?...). Uns, "vígaros", tudo fazem para terem uma coisa que não têm, outros querem novas designações para aquilo que já tinham, outros "tapam" os últimos e deixam escapar os primeiros... aqui há coisa "feia", segundo me me diz o meu "nariz". Será porque as palavras valem mais que os factos, tendo estes conteúdo e aquelas tê-lo-ão ou não?
Fernando Cardoso Rodrigues
Este blogue foi criado em Janeiro de 2013, com o objectivo de reunir o maior número possível de leitores-escritores de cartas para jornais (cidadãos que enviam as suas cartas para os diferentes Espaços do Leitor). Ao visitante deste blogue, ainda não credenciado, que pretenda publicar aqui os seus textos, convidamo-lo a manifestar essa vontade em e-mail para: rodriguess.vozdagirafa@gmail.com. A resposta será rápida.
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Este tema continua muito vivo em Espanha; nos escândalos envolvendo a Universidade Rey Juan Carlos, que vendeu títulos académicos a rodos, aparecem agora 500 italianos que lá pagaram um falso curso de Direito. Entretanto um tribunal superior ilibou Pablo Casado de responsabilidades; só que esta decisão levou a juíza que o imputou a perguntar àquele tribunal o que fazer com três senhoras que, companheiras de Casado no curso, beneficiando das mesmas facilidades, continuam imputadas...
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