“O amor é fodido”...
Foi a maior tenista espanhola de sempre, ganhou “rios” de
dinheiro e acabou falida e com uma enorme dívida ao Banco do Luxemburgo, de
onde logrou que lhe transferissem a descoberto para um banco espanhol para
pagar cinco milhões de dívidas ao fisco.
Como quase toda a gente que se vê rica mas não sabe
admninistrar o dinheiro eram terceiros, ao que afirmou, o próprio pai, que lhe geria a fortuna; todavia, as contradiçoes são muitas e
o que mais tarde disse é que foi o sujeito com quem casou, supondo tratar-se de
um respeitável empresário - que era como
ele se exibia - que logrou apoderar-se
de todos os seus bens, após o que se divorciaram.
O título que dei a este texto “roubei-o” a um livro do
divertido MEC, por me parecer o que melhor encaixa nesta triste história; a
rapariga apaixonou-se à primeira vista por um trambiqueiro sem cuidar de saber
quem ele era realmente, quando nem seria difícil dado que o figurão, segundo um
trabalho de investigação que vi no canal televisivo “La Sexta”, por onde
passava deixava uma “matilha” de cães a ladrar.
Embora as autoridades desconfiem que quer o divórcio como a
bancarrota não passem de uma manobra para não pagar o que devem, Arantxa
Sánchez, pois é dela que se trata, numa recente entrevista reafirmou que foi Josep
Santacana que a deixou na penúria, apesar de estarem casados com separação de
bens...
Amândio G. Martins
Sem me armar em puritano, discordo completamente de palavrões publicados. Seja quem for o autor. Parece que é quase moda este contributo para a bandalheira.
ResponderEliminarUm título de todo adequado ao texto que encima. Traz o o chiste inteligente que era necessário! E o MEC não se importará. Ah, e o livro donde o "roubou" é bem engraçado e... inteligente, o que é sempre bom.
ResponderEliminarEstou-me nas tintas para o MEC!Não me refiro à inteligência. Não concordo!
ResponderEliminarVou queimar o "Discurso sobre o filho da puta" do poeta Alberto Pimenta e passar a usar somente o eufemismo de "O pauzinho do matrimónio" como, sarcasticamente, usou o Rafael Bordalo Pinheiro no seu livro (Ed. Tinta da China) profusamente ilustrado (até o marcador de páginas!) por falos. Bandalhos estes artistas...
ResponderEliminarE não é raro ver-se uma velha azeda, perante um casal de namorados "agarradinho", reagir com impropérios, acusando os jovens de porcos sem vergonha, só porque "no tempo dela" não teve essa possibilidade, embora o descreva com um "havia respeito"; e, no entanto, é apenas um quadro resplandecente de vida, não há falta de respeito por nada nem ninguém...
ResponderEliminarJá que é pra queimar, vou queimar Os Cus de Judas, do Lobo Antunes, esse malcriado...
ResponderEliminarJá que é pra queimar, vou queimar Os Cus de Judas, do Lobo Antunes, esse malcriado...
ResponderEliminarO José Valdigem a "dar duas"... O computador é como o amor, é "f....."!
EliminarNota: farto-me de fazer "calinadas" com o objecto ( o computador ) e no fim digo sempre a mesma coisa: "f...-se". A língua portuguesa é "traiçoeira" porque polissémica. As palavras são dúcteis e ora podem ora não podem, ora devem, ora não devem... e há sempre "pontinhos"no último caso. Ah, e as aspas!
Que eu saiba, cu, não é nenhum palavrão. Ou sou obrigado, mais uma vez, a ter a opinião do Fernando Rodrigues? Que foi quem, como de costume, abriu as "hostes".
EliminarCaro Francisco: longe de mim sequer, pensar em criar atritos aqui no blogue. Nem aqui nem no cu do judas.
EliminarValha-me "Deus", o dicionário da língua portuguesa e a noção clara que a opinião é para se dar e nunca para se tentar impor aos outros! As "hostilidades" ás vezes abro-as, mas não levo nenhum pendão de qualquer "hoste". A polissemia não se confunde com confusões linguísticas.
ResponderEliminarRealmente, no dicionário da Porto Editora existem, para "fodido", os seguintes significados: Que se prejudicou, que ficou numa situação péssima, arruinado, irritado, desesperado.
ResponderEliminarE embora uma coisa implique a outra, é bem preferível foder do que ser fodido...
No conto do Fernando Pessoa "O Saraiva e as meninas", diz o autor que o Saraiva, rapaz provinviano entre citadinos, divertia os outros estudantes com a certeza da sua própria perspicácia; e quando desconfiava de alguma marosca levava o indicador direito ao olho, puxava para baixo a pálpebra e dizia "Eu sou o Saraiva! Certa vez que dsconfiou que lhe queriam apresentar "rameiras" por meninas virtuosas, saltou para o meio do salão e bradou: Éh, putedo!".