quinta-feira, 27 de setembro de 2018


“Vae Victis”


Nascido numa família de empresários, formado naquela Universidade de onde é suposto  saírem os grandes líderes do mundo dos negócios e da política, o homem era um “jeep”; daí que tenha sido banqueiro, criador e gestor de bom número de empresas, enfim, um “golden-boy”, figura incontornável nos mais brilhantes eventos da “high-society”.

Também fez parte de um movimento político muito badalado à época, a que chamaram “Compromisso Portugal”, que reuniu 300 crânios da nata das ciências empresariais, cujo objectivo declarado era lançar uma nova geração de decisores; e se há coisa em que o país sempre foi deficitário foi de bons decisores.

Saíu agora notícia de que foi declarado insolvente, com dívidas de 67 milhões de euros, uma bagatela, se tivermos em conta as suas capacidades de “fazer” dinheiro; e é por isso que eu me “arrepeio” todo por não haver naquele meio quem desse uma ajuda ao homem, cuja sabedoria tantos milhões poderia ainda gerar - e uma fase menos boa todos podem ter -  mas comem-se uns aos outros, é o que é...


Amândio G. Martins

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