A pedir exemplar punição...
A coisa não é nova mas, em vez de se lhe pôr termo de forma
exemplar, parece agravar-se de ano para ano, de Norte a Sul do país; são
energúmenos e como tal deveriam ser
tratados, só que os seus actos parece já terem entrado na normalidade das
coisas inevitáveis, com as quais teremos de conviver.
Pais sem a mínima noção e preparação para sê-lo, entram
abusivamente nas escolas, agridem professores e chegam até a perseguí-los na rua, numa intolerável selvajaria; agora
foi na Escola Básica do Barreiro, em Alfena, Valongo, que um patife entrou na
sala de aula, agrediu o professor e deixou assustadas as crianças.
Conta-se no JN que uma miúda terá caído no recreio quando
brincava com os colegas, tendo sido logo ajudada por funcionárias, sem que se
vislumbrasse nada preocupante; na sequência do incidente, o pai da criança foi
exigir explicações, querendo do professor um relatório do que se teria passado;
como o docente, dada a irrelevância do caso, não tivesse elementos para
satisfazer aquela exigência, o sujeito não viu melhor atitude que não fosse
agredi-lo mesmo ali à frente das crianças, deixando-o incapacitado para o
trabalho e os miúdos sem professor...
Amândio G. Martins
Sabe Amândio, a minha mulher foi professora do ensino primário. Adorava a profissão mas... uma das razões que mais pesou na sua ida para a reforma foram histórias dessa (triste) "familia que relata. Vou mais longe, é dessa "massa" que se fazem os que ainda estão a fazer pior ao mundo em áreas mais alargadas...
ResponderEliminarPerante os factos apontados, só há uma palavra a escrever: - INTOLERÁVEL.
ResponderEliminarO que mais me surpreende, Dr. Fernando, é a facilidade com que este tipo de gente invade o espaço "sagrado" que deve ser uma escola, vedada a tudo que não seja quem lá vai para trabalhar, ensinar e aprender...
ResponderEliminarPouca "leitura" ( ou nenhuma, ou má), espírito de tribo e outra tantas "qualidades", dá nisto!
Eliminar