Os “segredos” do caderno azul...
Em mais um calhamaço que, pelas ideias que lhe dão forma,
não valerá o papel em que é escrito, o “homem de Boliqueime” destila mais umas quantas
doses do seu costumeiro veneno; e
lembrar que também mantivemos um elemento destes por vinte anos no topo de duas
importantes instituições portuguesas acaba por, de certa forma, fazer entender
por que há tanto miserável a eleger Trumps, Bolsonaros e quejandos.
Sempre contraído, incapaz de mostrar um sorriso franco e
natural – quando o tentava não se lhe via melhor que um esgar de peles arrepanhadas
– a criatura não esconde os ciúmes de ter visto em António Costa uma postura de
pessoa satisfeita e descontraída por ter conseguido o que qualquer líder
partidário ambiciona, que é poder chefiar um governo.
E ver uma grotesca criatura que, já no estertor do seu
mandato presidencial, dá inteira cobertura às vigarices do BES, induzindo
tantos aforradores a enterrar lá as suas economias - que aquilo era um banco sólido - dizer de
António Costa que “empurra para a frente, como se tudo fossem meras
trivialidades”, mostra mais uma vez a real dimensão da figura...
Amândio G. Martins
O homem é pouco inteligente, rancoroso, é tudo de "pouco ter". CS é mesmo Mau.
ResponderEliminarÉ bem sabido que este "chico esperto" deixou o país debilitado, quer quando deixou o governo quer a presidência, justamente por ter sido um líder vulgar e faccioso; mesmo assim, a certa altura escreveu no DN um artigo a invectivar o Governo de Guterres, que lhe sucedeu, por causa do défice, a que chamava "O monstro", ignorando completamente como tinha deixado as contas públicas...
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