A Voz da Girafa

Este blogue foi criado em Janeiro de 2013, com o objectivo de reunir o maior número possível de leitores-escritores de cartas para jornais (cidadãos que enviam as suas cartas para os diferentes Espaços do Leitor). Ao visitante deste blogue, ainda não credenciado, que pretenda publicar aqui os seus textos, convidamo-lo a manifestar essa vontade em e-mail para: rodriguess.vozdagirafa@gmail.com. A resposta será rápida.

domingo, 3 de julho de 2016

Camilo de Oliveira, adeus!

Num dia de luminosidade acima da média, em que a vida jorra por todos os poros, tu, Camilo de todos os palcos, partiste para lá da nossa dimensão humana.
Já há tempos tentava dilatar este triste desfecho, todavia o meu coração dizia-me que a tua estada no palco da vida estava prestes a finar-se.
E hoje vi-te voar tal como um cometa angelical a caminho do todo o sempre.
Lembro-me de todos os ‘sabadabadus’, com a impagável e saudosa Ivone Silva, tal como tenho ainda na retina as tuas hilariantes exibições no Teatro Sá da Bandeira, no Porto, tendo Florbela Queirós por companheira de todas as alegrias teatrais da revista à portuguesa.
Adeus, Camilo! O Teatro está de luto.

José Amaral
Publicada por josé bernardo amaral à(s) 16:07 Sem comentários:
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A NÃO PERDER



Ao seu estilo cómico-realista, Michael Moore, no seu ultimo filme “ E Agora Invadimos o Quê?”, faz diversas comparações, sobretudo de ordem social, entre alguns países da Europa ( entre os quais o nosso) e não só, e o seu, os EUA. Sugiro vivamente que o vejam. Sobretudo aos que mais ou menos ligeira e/ou infundadamente, criticam o que consideram anti-americanismo primário. E já agora, “ingenuamente” deixo aqui uma interrogação: Porque será que o referido documentário tem tido tão pouca, ou nenhuma, divulgação?

Publicado na edição de amanhã, 5/7, do jornal Destak


Publicada por Francisco Ramalho à(s) 15:52 Sem comentários:
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CAMILO DE OLIVEIRA MORREU, ONTEM DIA 02 DE JULHO, AOS 91 ANOS

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Camilo de Oliveira morre aos 91 anos Actor dedicou a sua vida à comédia portuguesa. O actor Camilo de Oliveira morreu no sábado à noite, aos 91 anos, informou à Lusa fonte da família. Segundo fonte familiar, o ator, que dedicou a sua vida à comédia portuguesa, morreu no sábado às 20h10 em Lisboa. De acordo com a mesma fonte, está prevista uma cerimónia na Basílica da Estrela na terça feira. O actor pisou os palcos pela primeira vez aos cinco anos, estreou-se aos 15, e protagonizou uma carreira marcada pela comédia e o teatro de revista. Foram perto de 70 anos, nos teatros de Lisboa e em digressões pelo país, sobretudo dedicados ao riso, muitas vezes em parceria, com atores como Beatriz Costa e Ivone Silva, Nuno Melo e António Feio ou Maria Emília Correia, a criar personagens como Agostinho ou Padre Pimentinha. Com Ivone Silva, aliás, protagonizou um dos pares de maior sucesso da televisão, "Os Agostinhos", no programa "Sabadabadú", de autoria de César Oliveira e Melo Pereira, em 1981, distinguido internacionalmente com uma menção honrosa no Festival Rosa de Ouro de Montreux, na Suíça. Camilo de Oliveira nasceu a 23 de Julho de 1924, em Buarcos, próximo da Figueira da Foz, na Beira Litoral, curiosamente num camarote, durante uma digressão da Companhia de Teatro Rentini, onde actuavam seus pais. Aos cinco anos fez o que chamava "uma ponta", numa peça, e estreou-se profissionalmente aos 15 anos. Camilo de Oliveira fez parte de diversas companhias e actuou em vários palcos, designadamente nos teatros ABC e Variedades, no Parque Mayer, em Lisboa, no extinto Monumental, também na capital, no Sá da Bandeira, no Porto, entre outros. A sua estreia na capital foi em fevereiro de 1951, no Coliseu dos Recreios, na revista "Lisboa é coisa boa", em cujo elenco, entre outros, pontificava Berta Cardoso. Ao longo de uma carreira de cerca de 70 anos, contracenou com os mais distintos atores, designadamente Io Appoloni, com quem se casou, Francisco Ribeiro (Ribeirinho), Costinha, Beatriz Costa, Vasco Santana e Raul Solnado, entre outros. Entre os seus sucessos, o ator realçava a comédia em dois atos "Um coronel", de Jean-Jacques Bricaire e Maurice Lasaygues, levada à cena no Teatro Variedades, em Lisboa, no qual contracenou com Alina Vaz, Francisco Nicholson, António Feio e Paula Marcelo, com quem também veio a casar-se. "Abaixo as Saias" (1958), "Ó Pá, Não Fiques Calado" (1963), "Alto Lá Com Elas" (1970), "As Coisas Que Um Padre Faz" (1976), "Aldeia da Roupa Suja" (1978), "Há Mas São Verdes" (1983), "Isto É Que Vai Uma Crise" (1992), "Camilo & Filhas" (1996) e "2008 - O Meu Rapaz é Rapariga" (2008) foram alguns dos seus sucessos. Uma das figuras que criou, e que se tornou popular, foi "padre Pimentinha", que estreou em "Sabadabadú", e que em 2003 protagonizou a comédia "O padre Camilo", de Luís Tegedor e José Lafayate, na qual voltou a contracenar com Alina Vaz. Camilo de Oliveira formou, por sua iniciativa, várias companhias teatrais, dirigiu revistas e encenou várias peças. Segundo dados a que o próprio ator se referia, terá participado em 47 revistas, 24 comédias e vários programas de televisão como "Camilo em Sarilhos", "Camilo, o Pendura", "A Loja do Camilo", "Camilo na Prisão", "As Aventuras do Camilo" e "Camilo & Filho Lda.", onde foi Camilho 'Chumbinho'. Figura regular desde as primeiras emissões televisivas em Portugal, em finais da década de 1950, além de "Sabadabadu", realizado por Nuno Teixeira e, mais tarde, por Luís Andrade, Camilo protagonizou, entre outras, as séries "Camilo e filho", com Nuno Melo, "As aventuras de Camilo", "A loja de Camilo", com Rui Sá, "Camilo na prisão", "Camilo, o pendura", "Camilo em sarilhos", na qual contracenou com Maria Emília Correia, e "Camilo o presidente". O actor é autor do livro "As regras da minha vida", editado pela Esfera dos Livros. Ausente dos ecrãs televisivos desde 2011, decidiu abandonar os palcos aos 90 anos. Em 1964, Camilo de Oliveira recebeu o Prémio Imprensa para o Melhor Actor.
PAZ Á SUA ALMA.

Notícia, segundo dados online do Correio da Manhã de 03 de Julho de 2016
Publicada por Unknown à(s) 14:19 2 comentários:
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RICARDO, O HERÓI DO EURO 2004




Ricardo Pereira, nasceu no Montijo a 11 de Fevereiro de 1976, tendo iniciado na época de 1994/95, a sua carreira no clube da sua terra, o Clube Desportivo Montijo, que na altura encontrava-se na II Divisão B, tendo começado a sua carreira como ponta-de-lança, tendo mais tarde, nesse mesmo clube, ocupado a posição de guarda-redes. Segui depois destino até à cidade Invicta, onde representou o Boavista durante 9 épocas, a seguir o Sporting CP, Bétis de Sevilha, Leicester (Inglaterra), Vitória de Setúbal e finalmente terminou a carreira no Sporting C. Olhanense, tendo representado a selecção de Portugal por 79 vezes.
Ricardo ficou célebre e para a história do futebol português, porque a 24 de Junho de 2004, num jogo dos quartos-de-final do Euro 2004, em pleno Estádio da Luz, ao defender um penálti sem luvas, disparado pelo inglês Darius Vassell, e posteriormente ter sido o marcador da última grande penalidade que qualificou a selecção das quinas para as meias-finais da prova,

(Texto-opinião (resumido), publicado na revista Nrº. 1258 Notícias Magazine de 03 de 
 Julho de 2016)

MÁRIO DA SILVA JESUS
Publicada por Unknown à(s) 11:18 2 comentários:
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A NÃO-VIDA

 É realmente absurdo o que vivemos. Nascemos de graça e passamos a vida a pagar. Estamos aqui e somos completamente diferentes de muitos dos nossos semelhantes, nada temos a ver com eles, não encaixamos, não nos adaptamos e ainda bem. A "vida" que eles levam, para nós, é completamente estúpida, uma não-vida de autómatos, de objectos, de mercadorias. No entanto, continuam a servir o Senhor Dinheiro, a competir, a disputar o lugar, a atropelar o parceiro. Nada disso tem a ver connosco. Nós podemos ter as nossas fobias, as nossas limitações mas também temos a nossa liberdade sagrada. Podem vir com papões, patrões, televisões que a nossa liberdade, a nossa vontade e o nosso amor estão acima de tudo.
Publicada por A. Pedro Ribeiro à(s) 10:13 Sem comentários:
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sábado, 2 de julho de 2016

It´s NOT the economy!


Nas últimas décadas, fomos sendo conduzidos ao redil da simplificação máxima no pensamento sócio-político. A “coisa” já vinha de trás, mas, na campanha de Clinton contra Bush, alguém, “sabiamente”, sintetizou que “tudo” passa pela economia e só pela economia. Mais ou menos na mesma altura, até se decretou o “fim da História”, isto é, pensou-se que o Homem tinha chegado ao seu zénite, atingindo a meta de uma sociedade em que não era preciso fazer mais nada. Afinal, os tempos que vivemos provam que as coisas não são assim tão simples e que quem acreditava em tais verdades nada mais tinha do que uma imensa arrogância intelectual. Sente-se hoje que o pensamento político, sem ignorar ou desprezar os fenómenos económicos, está, para o bem e para o mal, a regressar à ribalta. A filosofia é indissociável da evolução humana, ajuda a compreender a natureza do Homem e a sua condição e, naturalmente, traz a política a reboque. Não invejo a má sorte dos burocratas que, “politicamente”, mandam nesta Europa, brandindo a esmo os números e ratios que eles próprios inventam. A não ser que comecem a dar mostras de compreender as reacções humanas, neste caso, dos europeus.


Expresso - 02.07.2016 (com os cortes sublinhados).
Publicada por José A. Rodrigues à(s) 17:00 Sem comentários:
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Etiquetas: burocratas, Bush, Clinton, Fim da História, José Rodrigues
Ser benfiquista
A TVI24 apresentou uma reportagem, da autoria de Vitor Bandarra, sobre os ditos hinos do Sport Lisboa e Benfica, sendo o antigo, “Avante, avante, pelo Benfica” (1929), com letra de Félix Bermudes (1874/1960) e música de Alves Coelho (1882/1931), interpretado pelo Orfeão do clube e o actual, “Ser benfiquista” (1953), numa fantástica interpretação do tenor Luís Piçarra (1917/1999), com letra e música do Dr. Manuel Paulino Gomes Júnior (1912/2000). É interessante o facto de nenhum destes importantes benfiquistas ser lisboeta. Félix Bermudes nasceu no Porto, Alves Coelho, em Arganil, Paulino Gomes, em Aldegalega, actual Montijo e Luís Piçarra, em Moura.
Para fazer a crítica à qualidade destes hinos, foi convidado o maestro António Vitorino de Almeida, que se pronunciou, de forma nada abonatória, sobre a qualidade destas peças musicais, entendendo que nenhuma tem características para ser hino do clube e apelando para que se faça um outro hino. Os autores do primeiro hino foram pessoas de reconhecido mérito no campo da cultura, pois Félix Bermudes para além de ser um homem de letras, especialmente nas áreas do teatro, foi tradutor de diversas obras de grande valor literário, como o “If” de Rudyard Kipling, tendo sido membro fundador e presidente da Sociedade de Escritores e Compositores Teatrais Portugueses, e como cidadão político, exerceu o seu dever cívico, fazendo parte das listas da Oposição Democrática de 1949, apoiando a candidatura de Norton de Matos. Sobre Alves Coelho, o seu mérito como compositor, autor de muitas composições de música ligeira, na época teve reconhecimento do público e dos pares. O maestro Vitorino de Almeida desvalorizou estas obras, dizendo que não tinham condições para serem consideradas como hinos, utilizando os vocábulos “pindérico” e “marcha fúnebre” e de entre outros defeitos, o de 1929, ser muito comprido.
Quanto ao “Ser benfiquista”, entendeu o maestro que era difícil de interpretar, porque não tinha a verdadeira qualidade de hino, e que a letra tinha algo de ridículo, como o verso “São papoilas saltitantes”, o que a minha sensibilidade de poeta me diz, o crítico está a retirar as palavras do contexto, pois este verso dá sequência ao que o antecede, e que completa o sentido da mensagem, “Que nos campos a vibrar”/ “São papoilas saltitantes”. Isto entra no campo da liberdade poética, que é aceitável. O Dr. Manuel Paulino Gomes Júnior pertence a uma família tradicional republicana muito respeitável e foi um causídico respeitado no foro e um musicólogo de mérito, para além de bom pianista. Já o pai, o Dr. Manuel Paulino Gomes (1888/1972), advogado e professor, foi um homem de letras, fundador e director dos jornais a “Razão” (1917), e “A Liberdade” (1922), político republicano e lutador pela liberdade durante toda a vida. A filha de Paulino Gomes Júnior, Manuela Paulino, foi locutora da TV e esposa de Luís Feist e mãe dos artistas Nuno e Henrique Feist.
“Ser benfiquista”, pode, pelo crítico, ser considerada apenas uma canção e não ter as características clássicas de hino, mas sendo adoptada pela alma benfiquista, que a sente nos momentos mais importantes da vida do clube, isso é o que importa porque é a realidade. Quanto ao 3.º hino, neste momento, parece-me uma proposta descabida e de mau gosto.
Joaquim Carreira Tapadinhas – Montijo, BI 9613, TM 962354823 - jcatapadinhas@gmail.com


Publicada por Joaquim Carreira Tapadinhas à(s) 15:24 1 comentário:
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sexta-feira, 1 de julho de 2016

O condecorado

O director, ex-coordenador do Museu da Presidência da República, bem como ex-colaborador do Instituto dos Arquivos Nacionais da Torre de Tombo, condecorado pelos ex-presidentes Jorge Sampaio e Cavaco Silva, sentindo-se acima de qualquer mortal, talvez postado no Olimpo da Devassidão Pública, e seguindo o exemplo comezinho do provérbio ‘na melhor toalha cai a nódoa’, zás: meteu a mão no prato alheio, alambazando-se com aquilo que não era sua pertença, seguindo o exemplo dos ‘puros’ que têm espatifado o País.
Certamente, se a polícia de investigação criminal não detectasse estas torpes vigarices em mais uma das muitas ‘impolutas’ criaturas que estão em lugares públicos, seria novamente e pela terceira vez condecorado por outro PR.


José Amaral
Publicada por josé bernardo amaral à(s) 09:37 2 comentários:
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A parelha

O cínico e ressabiado Passos Coelho, fazendo parelha com o lamentável germanista Schauble, afirmou que a ‘Europa duvida de Portugal’.
A fim de se lhe aliviar a sua crescente azia biliar pedimos-lhe que zarpe daqui e vá prá ilha da velha e também ressabiada Albion, pois cá não faz falta, nem sequer saudades deixa.


José Amaral
Publicada por josé bernardo amaral à(s) 09:17 Sem comentários:
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RELATO

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Euro 2016 - "POLÓNIAvsPORTUGAL- Relato



22:48 (Há 10 horas)
                                               RELATO
- ainda não iam decorridos 2 min. de jogo no belo estádio de Marselha e já o melhor jogador do mundo(!) via o Lewandovsky a furar as redes do Rui Patrício. Saliente-se já, que este polaco ainda não se tinha estreado a marcar a nenhuma equipa presente neste Europeu. Quando todos esperavam que o CR7 nos regalasse com uma bomba a qualquer momento, que bem podia ser logo no início, eis que o mais famoso jogador da Selecção do Leste que actua no país do homem que se desloca na cadeira de rodas e manda em meio mundo, aparece e pum, atira de primeira, faz golo, quando todos pensavam que ele entrara a pé-coxinho, e que dele não vinha mal para a nossa Selecção, que se vangloriava a melhor do mundo, também. Os homens que actuam de branco, fazendo lembrar a equipa do Real Madrid mas sem Bale nem Benzema,, apresentam todos um visual limpo e um corte de cabelo à militar disciplinado e determinado. Jogam em todo o terreno e com a convicção do guerreiro, disposto a bater o inimigo fashion e personagem mais de passerelle do que do relvado do Velódromo, que partiu com garbo e vaidade desde Lisboa engalanada dos restos dos santos populares. Aos 30 min. num lance polémico, CR7 cai na grande área mas não há penálti aos olhos do alemão que mexe bem as pernas, embora só mande neste jogo. Passaram 3minutos e Renato Sanches, o preterido mas muito desejado, ganha a bola e remata forte e faz um grande golo, de platina, só próprio daquele que tem 3 Bolas d´Oiro, repondo o resultado e a subjectiva justiça, na igualdade, com que o encontro tinha iniciado. A Selecção lusa depois de estar sob domínio light, soube restabelecer nos 45 minutos, o equilíbrio hard que se exigia. A primeira parte chegou ao fim em inferioridade, pois o CR7 não dava sinais de vida com brilho nem do penteado com brilhantina, e com alguma superioridade dos "blancos" e sem tatuagens tribais e  visíveis de monstros. A 2ª parte reiniciou-se com Portugal à defesa e com cuidados e caldos de galinha, não viesse daí mais tarde um frango. O minuto 90+3 chegou sem honra nem glória para qualquer dos intervenientes, e o árbitro apitou para ligeiro descanso, e dar reinício ao prolongamento como as regras determinam. Os adeptos coloridos parecem pacientes e expectantes, para ver o que dá mais meia hora de futebol suave, e não de bola de praia entre amigos, como diz o Fernando. O jogo segue "nojento". Alguém o disse e eu confirmo após ver a 1ª parte do prolongamento. Um desconhecido ainda tentou alegrar a partida invadindo o relvado, mas foi logo detido com direito a habeas corpus. Acabou o tempo extra definido no regulamento, e agora a decisão será feita nos penaltis e na precisão dos pés leves e pesados de cada um jogador, e na eficácia e sorte dos guarda-redes. Seja o que Deus quiser, e Ele tem sido Luso. Portugal vai no bom caminho e Santos reza, pois Patrício acaba por defender um decisivo penalti que Quaresma confirma sem apelo nem agravo, e dá a continuidade de Portugal na prova. Deus sempre vestiu as cores nacionais e levou para as meias-finais a Selecção Portuguesa. Assim se fazem campeões!

                                          
Publicada por mouraria-mouraria à(s) 09:16 Sem comentários:
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Doutor Miguel Relvas, ou apenas Miguel Relvas?

O ilustre Doutor Miguel Relvas viu ser-lhe amputado o seu primeiro nome – Doutor –, devido a uma alegada ilegalidade contida na sua união de facto com estudos académicos de cariz técnico-profissional.
Assim, chegou-se à conclusão de que as 36 cadeiras por si obtidas através da tabela periódica do conhecimento da vida e fruto dos seus elaborados estudos, apenas 4 toscas cadeiras foram, isso sim, o produto final das suas habilidosas mãos, bem como dos superiores cálculos cerebrais de tão prodigiosa mente.
Mesmo que se queira reverter tão infausto acontecimento, o agora e apenas Miguel Relvas nem sequer poderá ser um qualquer comendador de trazer por casa, uma vez que o reinado do rei Escavaco terminou. Portanto, também não se lhe pode outorgar o título de barão, visto a corte de tal reinado de então estar, pois, escafedida.


José Amaral
Publicada por josé bernardo amaral à(s) 07:24 Sem comentários:
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Pensamento do dia

Pensamento do dia, acerca da prestação da Selecção Portuguesa de Futebol em França:

- Com querer assim, nós vamos até ao fim!

José Amaral
Publicada por josé bernardo amaral à(s) 06:57 Sem comentários:
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Esta Europa não é para velhos


Espantado e boquiaberto, vi e ouvi com estes que a terra há-de comer, num programa televisivo, o jornalista Luís Pedro Nunes (LPN) proclamar que não foi justo que, no referendo britânico, as pessoas com mais de 65 anos tivessem votado. Baseava-se, para sustentar “cientificamente” a sua tese, em vídeos feitos por jovens que o Guardian divulgou. Então, aqueles jovens, que ainda têm seis ou sete décadas de vida pela frente, hão-de ser condicionados pelas opções dos que só têm dez ou poucos mais anos de vida, já com os pés para a cova? Não sei o que pretende LPN com estas questões: adquirir mais notoriedade (merece-a?), abanar consciências, causar o estupor nas comunidades inquietas que, parece, se revoltam, sim, mas contra a “infalibilidade” das élites mandantes? Mais que não fosse, excluir de uma consulta, num assunto que é de todos, uma parte da população que, pelo menos, tem a seu favor o saber da experiência de vida, não é inteligente. Excluí-los porque já não valem a pena é coisa que me repugna e que não quero classificar. Fico-me pelo benefício da dúvida e prefiro aceitar que LPN não estava nos seus dias. Afinal, o Ronaldo também não joga sempre bem.
Público - 30.06.2016
Publicada por José A. Rodrigues à(s) 02:30 Sem comentários:
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Etiquetas: Guardian, José Rodrigues, Luís Pedro Nunes, referendo, velhos

A 1 DE JULHO DE 1944, NASCE SALGUEIRO MAIA

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Fernando José Salgueiro Maia, nasceu em Castelo de Vide, é uma vila portuguesa do distrito de Portalegre, a 1 de Julho de 1944, tendo falecido em Santarém a 3 de Abril de 1992,o tenente-coronel Salgueiro Maia, foi um militar português, um dos principais capitães do exército português que liderou aas forças revolucionárias e intervenientes na Revolução do 25 de Abril de 1974, que marcou o final da ditadura. Comandou a coluna que saiu de Santarém em direcção e Lisboa, ocupou o Terreiro do Paço e cercou o quartel do Carmo, onde se havia refugiado Marcelo Caetano.
Publicada por Unknown à(s) 01:00 Sem comentários:
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Etiquetas: efeméride - 1 de Julho de 1944, nasce Salgueiro Maia

1 DE JULHO DE 1906 - DATA DA FUNDAÇÃO DO SPORTING CLUBE DE PORTUGAL

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Descontente com os rumos seguidos pelo Campo Grande Foot.ball Club, 18 jovens, conduzidos por José Alvalade, decide, romper com este clube e lançar-se na criação de uma nova colectividade. José Alvalade proclama, então “Vou ter com o meu avô e ele me dará dinheiro para fundar outro clube”. A discussão em torno do nome que a nova colectividade deveria ter foi acesa. António Félix da Costa Júnior sugere Sporting Clube de Portugal, nome que viria a ser adoptado. Estava-se a 1 de Julho de 1906, por proposta de Nuno Soares, a data atrás referida (primeiro de Julho de 1906), passa a ser considerada o dia da fundação do Sporting.
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Etiquetas: data da fundação do Sporting Clube de Portugal, efeméride - 1 de Julho de 1906
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