terça-feira, 15 de maio de 2018

Futebol: a véspera e o dia

Já ontem comecei  a ver o ponto a que isto chegou. Hoje foi somente mais um episódio. Bem grave e significativo. Ontem, ao fazer "zapping", achei demasiada balbúrdia num daqueles programas em que se "joga futebol com a língua (suja)". Palavra que não sei em que canal foi (SIC?) e só posso identificá-lo como aquele em que estão o Manuel Serrão, o José Pina e um gordo com má fama que, por exclusão, é do Benfica. Mas o que me fez ficar não foi nenhum deles mas sim o jornalista moderador (Joaquim?) que estava exaltadíssimo e era, claramente,  mais um interveniente do que um moderador. Dizia ele, mais ou menos, que se quisessem queixar-se que fossem ao director de programas e por aí fora. Fiquei de boca aberta! Mal sabia eu que, hoje, um grupo organizado de "gangsters", com todos os "tics" disso mesmo, abriria uma guerra em Alcochete! Até poderei acreditar que não são adeptos mas somente capangas a soldo, mas, se assim é, quem lhes paga é alguém de dentro do futebol.  Dizia há pouco o goleador Bas Dost: é um drama, estou vazio! Eis o que um homem civilizado poderá dizer... e disse!

Fernando Cardoso Rodrigues

3 comentários:

  1. O sujeito que faz de presidente daquele clube, um tal "burro do Carvalho", é o único responsável pela selvajaria que se verificou; mas como os sócios ainda há pouco lhe deram plenos poderes para fazer o que quiser, e o presidente da Asembleia Geral não passa de um espantalho, colhem o que semeiam...

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  2. Palavras para quê perante tão brutais imagens?

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