quarta-feira, 31 de maio de 2017

Citação


Nada como uma boa citação, sobretudo se é produzida pelos melhores. Esta foi respigada do Público de hoje (“Escrito na Pedra”) e é da autoria de Machado de Assis: “Palavra puxa palavra, uma ideia traz outra, e assim se faz um livro, um governo, ou uma revolução, alguns dizem que assim é que a natureza compôs as suas espécies”.  

A ATITUDE POUCO PROFISSIONAL DE ALGUNS MÉDICOS, NAS URGÊNCIAS HOSPITALARES


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Não, é raro o dia em que não somos confrontados com notícias na comunicação social, pouco abonatórias, em especial, para a classe médica, pela negligência, da maior parte deles, é o que se passa, nas urgências de alguns hospitais, Esta, classe médica, os “chamados”, senhores doutores, cuja profissão, são completamente intocáveis, perante a lei, pois é uma classe que está devidamente bem defendida e volto a repetir é uma classe intocável.
Não deixando, contudo, de ser um assunto, deveras delicado, mas que tem que ser, visto, assumido e denunciado, de uma vez por todas e com a devida frontalidade, sem medos, e sem qualquer tipo de rodeios, pela atitude que alguns médicos têm, nalguns procedimentos, enquanto estão de serviço, nas urgências nos hospitais e quando o anónimo cidadão, por necessidades óbvias e mais urgentes, tem que recorrer aos serviços hospitalares. Enquanto, que alguns médicos, quando em serviço nas urgências hospitalares, geralmente e felizmente que não são todos, evidentemente, como em qualquer outra profissão, em que há sempre algumas excepções, entre os bons e os maus profissionais, que sempre existem. Mas nas referidas urgências hospitalares, e como cidadão, noto que muitas das vezes alguns médicos que estão de serviço nas urgências dos hospitais, parecem-me que estão naqueles locais a fazerem ou a cumprirem um grande “frete” muito obrigatório e penoso para muito deles.
Mas em contrapartida, quando, temos, infelizmente, para muitos pacientes de recorrer em último(s) caso(s), aos seus consultórios particulares, e pagar a “boa” factura que nos é apresentada, pelos seus préstimos,  o tratamento por parte destes profissionais da saúde é totalmente diferente, e referenciado, É triste eu ter que afirmar isto…mas a realidade é só uma, e é esta, e só uma. Infelizmente… a saúde, em Portugal, é um grande negócio, para muitos profissionais que exercem a profissão de médicos.
Não estou a falar à toa, sei por experiência próprio, o que é a classe médica, (alguns, evidentemente), e em especial, a sua respectiva; Secção Regional do sul da Ordem dos Médicos, pois, tenho um caso muito concreto, quando do falecimento do meu pai, em que andei meses e meses a contactar, a citada Secção Regional, com troca de correspondência, com a respectiva Ordem dos Médicos…infelizmente, com tanta conversa e desculpas, sem nexo, da parte daquela ordem, que acabaram por me saturarem, e mandá-los aquele lugar…
Sabem porquê? Porque as minhas hipóteses financeiras para contratar um advogado, são mínimas, e acabaram-me por vencer pela saturação.
É lamentável esta classe ter tantos privilégios, e serem intocáveis. Mas é o nosso País e as nossas leis.

(Texto-opinião, publicado na edição Nrº. 46292 do Diário de Notícias da Madeira de 02 de Junho
 de 2017)
(Texto-opinião, publicado na edição do Expresso de 10 de Junho de 2017)

MÁRIO DA SILVA JESUS



Desejável e honroso é colocar nomes!

Ontem (30/Maio) foi escrito e publicado na Voz da Girafa um texto do José Amaral intitulado "Serão práticas indesejáveis ou evitáveis?". Até agora tem um único comentário, laudatório, do Jorge Morais. Como não acho que seja assunto para comentar ( não é uma foto, um texto de opinativo, uma ideia, uma efeméride, etc) numa simples "caixa", decidi vir dizer ao autor que acho a sua iniciativa "redonda", claramente sinuosa e, aqui e ali, insultuosa. E, para além de tudo isso, tem um "pecado capital" que é próprio dum homem que se permite escrever o que e como o escreveu: não diz um único nome na sua diatribe! E este é um ponto de desonra para qualquer pessoa que escreva, seja o que for, referindo-se a "alguém indeterminado"!

Fernando Cardoso Rodrigues

As duas maçãs

Uma garota segurava uma maçã em cada mão. A sua mãe entrou e pediu-lhe com uma voz doce e um belo sorriso:

– Querida, podes dar-me uma das tuas maçãs?
A menina levanta os olhos para a sua mãe durante alguns segundos, e morde subitamente uma das maçãs e logo em seguida a outra.
A mãe sente a sua cara ficar gelada e perde o sorriso. Ela tenta não mostrar a sua decepção, quando a sua filha lhe dá uma das maçãs mordidas.
Mas a pequena olha para a mãe com um sorriso de anjo e diz alegremente:
– A mais doce é essa, mãe!

Pouco importa quem és, que tenhas experiência, sejas competente ou sábio.
Espera para fazer um ‪‎julgamento. Dá aos outros a oportunidade de se poderem explicar.


Recebida por correio electrónico.



A DESTRUIÇÃO DA CRIANÇA

"Qualquer instituição dos nossos tempos, a família, o Estado, os nossos códigos morais, vê em cada personalidade forte, bela e sem compromisso um inimigo mortal; então faz todo o esforço para coagir a emoção e a originalidade do pensamento no indivíduo com um colete de forças desde a mais tenra infância; ou para moldar todos os seres humanos de acordo com um padrão; não numa individualidade integral, mas num escravo paciente do trabalho, um autómato profissional, um cidadão que paga impostos ou um moralista justiceiro", assim falava Emma Goldman já em 1906.
"O ser sensível abomina a ideia de ser tratado como uma simples máquina ou como um mero papagaio do convencional e do respeitável". Perante as imposições da tecnologia, da família, da escola, do mercado, dos media, é quase um milagre a criança ou o adolescente que se lhe segue conservar a força e a pureza iniciais. Só através de ferozes e ardentes batalhas contra a multidão e contra a "opinião pública" a criança e o jovem se emancipa. "O ideal do pedagogo comum não é formar um ser completo, íntegro, original", mas sim, "autómatos de carne e osso (...) que se adequem melhor à esteira da sociedade e ao vazio e monotonia das nossas vidas". Com regras e castrações, com o encaminhamento para o mercado e para o mercado de trabalho se destrói a juventude e a inocência. "Tu deves!", "Tu tens de!", "Isto é certo!", "Aquilo é errado!", assim se castram as sensibilidades e as mentes. Sim, o capitalismo começa aqui. É aqui que se nega a curiosidade, a brincadeira, a liberdade, a autonomia. É aqui que se mata o espírito livre, o próprio amor jesuânico.

Espanha ardilosa e andeiros portugueses


Caros concidadãos, vejam como os espanhóis têm sido tão ardilosos ao longo dos tempos perante os nossos territórios, a nossa zona territorial e a nossa própria soberania, em que tantos andeiros portugueses isso também têm feito, apunhalando-nos comummente.
Reparem que foi já no longevo ano de 1297 que Portugal e Castela (Espanha), pelo Tratado de Alcanises, firmaram a delimitação da fronteira terrestre entre os respectivos países.
Mas, tal como ave de rapina, Espanha, conluiada com a França, na Guerra das Laranjas, em 1801, apoderou-se de Olivença e seu adjacente território, apesar de toda a Comunidade Internacional e a própria usurpadora Espanha, na Acta Final do Congresso de Viena, a 7 de Maio de 1817, terem assinado a entrega imediata de Olivença a Portugal, e cuja decisão continua por se efectivar, sem que o Estado Português faça valer os seus direitos de soberania consagrados na Lei das Nações, já lá vão duzentos anos.

NOTA - texto publicado pelo DESTAK de 2/6.

José Amaral
Ti´Lexandre

A figura nem era má pessoa
Embora mostrasse algumas taras
Deixando as gentes desconfiadas
Mas que entendiam a macacoa.

Sulfatava as videiras com vassoura
E à força daquelas vassouradas
Corria o “manicróbio” das ramadas
E constava que tinha pinga boa!

Evitava cruzar-se com a gente
Mas se alguém surgia de repente
Saudava com simpatia no rosto.

Certa vez que nos apanhou aos figos
Fez-nos descer nestes termos precisos
“O figo é a coisa que mais gosto”…


Amândio G. Martins

A 31 DE MAIO - DIA MUNDIAL SEM TABACO

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A 31 de Maio de cada ano, a Organização Mundial da Saúde celebra o Dia Mundial sem Tabaco, cujo objectivo consiste em assinalar os riscos que advêm do consumo de tabaco para a saúde e fomentar políticas eficazes de redução do dito consumo que é responsável, a nível mundial, pela morte de um em cada dez adultos.

terça-feira, 30 de maio de 2017

Serão práticas indesejáveis ou evitáveis?


Desde os primeiros tempos do trágico êxodo de refugiados, passando pela organização e agendamento do último Encontro Nacional de Leitoras e Leitores de Jornais, que os ânimos/comentários verbais subiram de tom, mormente quanto ao primeiro assunto, pelo que, suponho eu, um dos intervenientes deste e neste blogue tivesse sido ‘riscado do mapa’ por soez comportamento.
Quanto ao segundo facto, pouco há a dizer, mas também houve alguma ‘faísca’.
Ultimamente, em relação às ‘intocáveis’ greves da Função Pública, houve ‘mosquitos por cordas’ e até ‘algum ranger de dentes’.
E quando se ‘apontou’ para tal facto ocorrer às sextas-feiras, o ‘abcesso rebentou’.
Com o livro de ‘Os leitores também escrevem’, congeminado por Céu Mota, este blogue – A Voz da Girafa -, fruto da mesma autora, tem agora muitíssimos mais companheiros da palavra escrita, pelo que, assim sendo, e muito bem, o que é escrito pode colidir com a opinião de cada um de nós.
Todavia, ninguém pode impor-se como uma espécie de inquisidor-mor verberando o que acha que não deveria ter sido escrito.
Como tenho de respirar para viver, assim escrevo para não morrer.
Saúde para todos.

nota - texto publicado pelo DESTAK de 1/6

José Amaral

Há dois Papas?

O texto de Frei Bento Domingues - Bento XVI renunciou à sua renúncia? - no PÚBLICO do passado domingo impressionou-me. Vindo dum sacerdote, dominicano, dá que pensar. O que nos diz? Pois que o prefácio laudatório que o Cardeal Ratzinger, ex-Papa BentoXVI, escreveu para um livro do Cardeal Sarah é o o texto dum "morto institucional" pois é essa a situação do prelado depois da sua renúncia ao cargo de Bispo de Roma. Mas diz mais, que o livro referido é claramente um "ataque" à linha social do Papa Francisco. O que parece ser totalmente verdade, a avaliar pela transcrição de algumas frases lá impressas. Senão vejam: "enquanto a Igreja não conseguir dissociar-se dos problemas humanos, ela acabará por falhar na sua missão" e "a Igreja está gravemente equivocada quanto à natureza da crise real, se ela acha que a sua missão essencial é oferecer soluções apara os problema relacionados com a justiça. a paz, a pobreza,a recepção de migrantes, etc, enquanto negligencia a evangelização".
Registo e partilho, nada mais! Embora não deixe de reiterar a minha admiração cidadã ao Papa Francisco e esse, felizmente... está "vivinho da costa"!

Fernando Cardoso Rodrigues

Do Minho até Timor

O Estádio Nacional (Jamor) foi palco da final da Taça de Portugal. No relvado, entre outros intervenientes realço o Vitória do Berço da Portugalidade. Na tribuna de honra, entre muitos, o timorense Xanana Gusmão. Obrigado futebol por ter juntado o Minho a Timor. Jorge Morais

Publicada no Jornal CM em 30.05.2017   -   DESTAK em 31.05.2017  -  DN-M em 31.05.2017

                                                               Ilustração do leitor Paulo Pereira
Visão periférica

Neste escrito pretendo apenas relatar uma situação real vivida por mim nos tempos agitados que se seguiram à revolução de 1974.
E empresa em que trabalhava era uma das da cintura industrial de Lisboa, zona onde se verificaram grandes conflitos laborais, muitos deles sem motivo justificativo, e que geraram muito desemprego.
Fiz parte da primeira Comissão de Trabalhadores que se organizou na empresa, que integrava delegados do país inteiro e teve como pessoa marcante na liderança um engenheiro químico responsável por uma linha de produção e a sua mulher, secretária da direcção da empresa, ambos militantes do PC.
Enquanto em muitas empresas à volta se interrompia a produção por tudo e por nada e se faziam reuniões incendiárias a qualquer hora, na nossa os plenários eram programados para os fins de semana, onde pudessem estar trabalhadores de norte a sul do país.
Tratava-se de uma multinacional cuja direcção também tudo fazia, em estreita conjugação com a CT, para que os problemas se resolvessem sem conflitos laborais.
Termino descrevendo um episódio ilustrativo da importância de uma boa liderança, que sabe olhar à sua volta e não apenas em frente:
Numa reunião de sala cheia, onde a CT prestava contas das regalias que tinha negociado para todos, levantou-se lá do meio da sala um “incendiário” acusando a Comissão de ser muito branda nas negociações, dizendo que o inglês que era director- geral vivia numa mansão da empresa, se deslocava num carro do tamanho daquela sala também da empresa, conduzido por motorista da empresa, e que os lucros que de cá saíam para os donos gastarem com as amantes eram cada vez maiores.
Com a calma que nunca perdia, o eng. Freitas respondeu assim: “como você bem disse, o carro é da empresa, a mansão é da empresa e o motorista é trabalhador da empresa. Quanto ao dinheiro que eles gastam com as amantes não é assunto da nossa conta. Interessa-nos é que fique cá o suficiente para nós gastarmos com as nossas e parece-me que não temos razão de queixa”.
Ecoou por toda a sala enorme gargalhada enquanto a mulher, muito corada, olhava para ele com ar interrogativo. Acrescento que nunca houve na empresa qualquer conflito laboral, mas também nunca vi o Freitas na lista do Comité Central do partido…

                                     Amândio G. Martins



Caminhada/meia maratona no Douro Vinhateiro

Eu fiz parte desta colorida turma humana partindo para mais uma caminhada/meia maratona - a 12ª - no paradisíaco DOURO VINHATEIRO, em 28/5/22017.

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Pensamento do dia

Pensamento do dia

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Cheiros da nossa infância

Cheiros da nossa infância

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Meus Caros Conterrâneos

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Dois terços do mundo foram visitados e descobertos pelos portugueses.
Partiram, daqui, rumo ao incerto.
Vergaram e venceram todos os adamastores que lhes quiseram tolher a caminhada de terem dado 'novos mundos ao mundo'.
Agora, a 'nossa Língua é (de facto) a nossa Pátria'
VIVA PORTUGAL

JA
Honra ao semeador

Até chegar um esperto
A cobiçar um Nobel
Cartesius andou certo
Deu-nos mundo mais aberto
Teve importante papel.

Entrevendo a conquista
A ceifar seara alheia
Certo neurocientista
Errou no ponto de vista
E apoucou quem semeia.

Ao meter-se por atalhos
No método do discurso
Trocou alhos por bugalhos
Enviesou os ensaios
E não honrou o percurso!

Amândio G. Martins



A 30 DE MAIO DE 1431, MORTE DE JOANA D'ARC

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A 30 de Maio de 1431, é queimada viva, em Ruão, França a heroína e santa francesa e santa da Igreja Católica. Joana d’Arc, cognominada “A Donzela de Orléans” e também conhecida como como Joana D’Arc, a ruiva heroína, nasceu a 6 de Janeiro de 1412, em Domrémy-la-Pucelle, França. Foi Canonizada a 16 de Maio de 1920, em Roma pelo Papa Bento XV e Beatificada a 18 de Abril de 1909, em Roma por São Pio X.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Máxima

"Num mundo globalizado, toda a guerra é uma guerra civil"

                  LUÍS MOITA no extinto semanário "TEMPO"

Directas já


A memória que tenho de minha mãe, falecida há já quinze anos, é a melhor que um filho pode ter. Mas não porque tenha estado sempre de acordo comigo.

Algumas das coisas que me aborreciam no seu discurso eram o “porque não”, o “porque sim” e o “acabou a conversa”. Não sei se por não querer aborrecer-se “descendo” ao filho, se por falta de argumentos ou razão, quando lhe convinha, arrumava-me com o final da conversa decretado do cimo da sua autoridade maternal.

O amor que sempre lhe tive – e tenho – nunca me permitiu levar-lhe a mal a recusa de regras que, para mim, eram cristalinamente estabelecidas: se tinha razão, não deveria convencer-me do meu erro e fazer valer as suas próprias opiniões?

Bem sei que a minha mãe nunca foi participante de qualquer espaço de discussão como, por exemplo, a Voz da Girafa, sítio em que teria de alijar todas as autoridades discricionárias - maternais, intelectuais ou outras - sobre os restantes. Pessoalmente, não tenho de lhe perdoar a sua postura comigo e até compreendo a posição que assumia quando de mim divergia. O mesmo não diria eu na sua eventual posição de escritora-leitora de cartas para os jornais, que nunca o foi. Aliás, penso que se se tivesse metido nestas “andanças”, não necessitaria que lhe lembrassem de que expor aqui as suas opiniões acarretaria não apenas as loas de quem com ela concordasse como, evidentemente, os remoques de quem não partilhasse o seu pensamento. E cara alegre!

Neste passo, ocorre referir que haverá quem esteja a pensar a que vem tudo isto. Haverá também quem me acuse de estar a mandar “indirectas”. Desiludam-se, que, para bons entendedores, são mesmo “directas”. Já, como no Brasil.

E venham as críticas. A todas responderei, menos às insultuosas.

XXIX Cimeira Ibérica


Nesta cimeira ibérica ‘tudo vai ficar como dantes, com o quartel-general em Abrantes’ .
Assim, Almaraz que no seu ventre tem satanás, ainda terá um armazém de resíduos tóxicos muitíssimo mais perigosos do que aqueles que levaram à destruição do Iraque.
Por outro lado, a nossa usurpada Olivença e seus territórios continuam na posse estrangeira, sem que se discuta, entre gente de bem, a sua resolução.
Finalmente, no tempo de todos os afectos, ainda existe gente que se ri com a nossa cara.
Pobre Pátria que tais filhos tens, que pouco te defendem, deixando-te nas mãos de gentes sem palavra, que podem levar-te para caminhos perigosos e de desonra.

José Amaral
Idiossincrasias

Se reagem com grande desproporção
Porque alguém discorda do que dizem
Por bem pequena coisa se afligem
Como se pudessem ter sempre razão...

Carece de sentido tal presunção
Não é por que discordam que agridem
Deixem para lá se os contradizem
Não está a honra em competição.

No tom é que se deve ter cuidado
Não custará nada ser educado
Pelo menos a quem é boa pessoa…

Aos que gostam mais da luta de galos
Melhor é desistir de enfrentá-los
Ser honesto com o que se apregoa!


Amândio G. Martins

Orgulho nas novas gerações!

Tinha começado a senti-lo na terça, repeti-o reflectidamente no sábado, falei dele com uma filha minha no domingo e corroborei-o no fim deste mesmo dia de ontem, O quê? No meu orgulho nas novas gerações!
Ao visitar a Urgência Pediátrica do hospital onde trabalhei, deparei-me com duas jovens especialistas a quem pude observar no desempenho das suas funções. Que categoria! No saber, no saber fazer, na personalidade desenvolta, enfim , um regalo e um orgulho para quem já as conhecia como internas. E só pensei: mas elas ( e muitos outros) sabem muito mais que eu e com uma honestidade intelectual espantosa!
No sábado vi e ouvi o nóvel "Coro Lira" onde canta essa minha filha, já "quarentona". O coro "são três": infantil, juvenil e adulto. E, sob a "batuta" duma jovem senhora na casa dos vinte e poucos. Cada um actua por si e conjuntamente, os dois primeiros numa coreografia teatral. Uma delícia! E a maesrina? Que criatividade, que saber, que simplicidade!
Termino com o que ouvi a Daniel Oliveira, ainda emocionado, no "Eixo do Mal" por mim rebobinado. Elogiando uma manifestação de adolescentes numa escola secundária de Faro que protestava em defesa de duas colegas lésbicas ( ou em fase lésbica) que teriam sido "ostracizadas" pela direcção.
Três exemplos em poucos dias. Cada um de áreas diferentes e e diversa idade. Em comum,  as ideias limpas e uma forma lhana de as mostrar. Parabéns!

Fernando Cardoso Rodrigues

A 29 de Maio - Dia Mundial da Energia

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A 29 de Maio, assinala-se, todos os anos, o Dia Mundial da Energia. Este dia foi criado para sensibilizar as pessoas e os líderes mundiais para a necessidade de poupança de energia e para a promoção das energias renováveis mais amigas do ambiente, em substituição das energias fósseis altamente poluentes e prejudiciais para a própria Vida na Terra. 

domingo, 28 de maio de 2017

GLÓRIA AOS VENCEDORES DA TAÇA DE PORTUGAL,QUE FOI O BENFICA, E HONRA AOS VENCIDOS QUE FOI O VITÓRIA SPORT CLUBE


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O já habitual cenário, que é o palco, do Estádio Nacional (Jamor), das finais da Prova Rainha, do futebol português, que é a chamada Taça de Portugal, a segunda prova mais importante do calendário do futebol em Portugal, assistiu hoje dia 28 de Maio de 2017, à sua 77.ª. final da citada competição, tendo-se defrontado, o Vitória Sport Clube, da cidade de Guimarães, que é o Berço de Portugal, fundado em 22 de Setembro de 1922, e o Sport Lisboa e Benfica, recentemente acabado de se sagrar campeão da I Liga NOS, tendo conquistando assim pela primeira vez, no seu historial de 113 anos, o Tetra, e assim o seu 36.º título e com a vitória de hoje frente ao Vitória Sport Clube, na final da Taça de Portugal, amealhou a sua 11ª. dobradinha, (vencedor na mesma época do campeonato e taça de Portugal), depois deste feito ter acontecido nas épocas de 1942/43; 1954/55; 1956/57; 1963/64; 1968/69; 1971/72; 1980/81; 1982/83; 1986/87; 2013/14 e 2016/17.
Glória aos vencedores e honra aos vencidos, é o melhor título e o mais adequado e lógico, para esta final digna de dois grandes emblemas do futebol português, que tiveram o “fair-play” de se terem, contudo no meio, houve um ou outro lanço menos correcto, próprio das contingências do próprio calor do jogo, mas que se souberam respeitar mutuamente, perante uma enchente de público, dos dois clubes que estiveram presentes, e que encheram de cor e festividade, própria de uma final, e de assinalar o facto, do mesmo público, que não viraram costa à chuva que se fez sentir praticamente em quase todo o jogo e foi um público de ambos os conjuntos extra mamente correcto, nesta final de Taça de Portugal, realizada no Estádio Nacional (Jamor), em que, o clube das “águias” saiu vencedor, depois de ganhar aos vimaranenses por 2-1, conquistando assim a sua 26.ª Taça de Portugal, em 36 presenças. Destaque e de referir o facto e de registar, as seis presenças do clube do Vitória Sport Clube, na final da Taça de Portugal, nas épocas de 1962/63, derrota com o Sporting CP, derrota com por 0-4; na época de 1975/76, derrota com o Boavista por 1-2; na época de 1997/98, derrota com o FC Porto por 0-1; na época de 2010/11, derrota de novo frente ao FC Porto por 2-6; na época de 2012/13, os eu ponto mais alto desta competição com a vitória nesta competição, sobe o comando do técnico Rui Vitória, frente ao SL Benfica por 2-1, e hoje a sua sexta presença nesta final e derrota frente ao SL Benfica por 1-2, agora sobre o comando do seu ex-técnico, o mesmo Rui Vitória.
Pelo desempenho, entrega total ao jogo e pelo profissionalismo dos jogadores comandados pelo técnico Pedro Martins, porque qual o motivo de não ter havido duas taças, pois os jogadores do Vitória Sport Clube, eram bem merecedores, de terem levado para a cidade Berço da Portugalidade,  um troféu, mesmo mais pequeno que fosse, era um prémio justo.
Foi uma final correcta, que foi o mais importante e que registo com agrado.

(Texto-opinião, publicado na edição online, secção "Escrevem os Leitores" do
  Jornal RECORD de 30 de Maio de 2017)
(Texto-opinião, publicado na edição Nrº. 46291 do Diário de Notícias da Madeira    de 01 de Junho de 2017)


MÁRIO DA SILVA JESUS