sexta-feira, 17 de dezembro de 2021

À incerteza, não!


 Serão vacinadas crianças, contra a covid-19, de idades compreendidas entre os 5 e os 11 anos. Assim como nos adultos as vacinas inoculadas não foram suficientemente testadas, naquelas ainda o foram significativamente menos(!). A imprensa refere que só foram monitorizadas três mil crianças... é um número inexpressivo e inconclusivo. A presidente da Sociedade de Cuidados Pediátricos, Cristina Camilo, é taxativa: «Os casos de crianças com doença grave são 0,04% de todos os não infectados. O número é mínimo», ao JN. Já o presidente do Colégio de Especialidade de Pediatria, Jorge Amil Dias, diz: « A vacinação é desnecessária e desproporcionada quando pelo menos um terço das crianças desta faixa etária já estão imunizadas por terem tido contacto com o vírus». Querer vacinar crianças de tão pouca idade, 5, 6, 7 anos, cujos órgãos vitais estão em formação e desconhecendo-se os seus efeitos secundários ao longo da sua idade, «estamos a usar um produto que não foi testado em termos de garantia de segurança», continua, Amil Dias, a alertar no JN. 

A ausência de divulgação do parecer técnico que justificou a decisão de vacinar as crianças gerou desconfiança e ansiedade nos pais e na sociedade civil. Após larga pressão da opinião pública e publicada, aquele relatório foi mostrado. Porque não foi logo tornado público? Havia algo a esconder? O nocivo paternalismo baseado na errada convicção, que somos todos ignorantes e incapazes é um erro de palmatória. Menorizou-nos e desrespeitou-nos. 
São 640 mil crianças expostas a uma decisão vacinal com contornos de elevada incerteza. Assim não!...

Vítor Colaço Santos 

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