quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

A 19 de Janeiro de 1923, nasce Eugénio de Andrade

A 19 de Janeiro de 1923, nasce, na Póvoa de Atalaia-Fundão, o escritor, poeta e tradutor português, Eugénio de Andrade, pseudónimo de José Fontinhas. Como reconhecimento pela sua notável obra poética, traduzida para diversas línguas, forma-lhe atribuídos inúmeros prémios literários, tanto em Portugal, como no estrangeiro, tendo ainda sido agraciado, pelo governo português, com o grau de Grande Oficial da Ordem de Santiago da Espada e a Grã-Cruz da Ordem de mérito. Escreveu entre outras, diversos livros para crianças.
Faleceu a 13 de Junho de 2005, na cidade do Porto.
Destacam-se as seguintes obras do poeta que são as seguintes.
Adolescente, 1942; Pureza, 1945; As mãos e os frutos, 1948;Os amantes sem dinheiro, 1950; Aa palavras interditas, 1951; Até amanhã, 1956; Coração do dia, 1958; Mar de Setembro, 1961; Obstinato rigore, 1964; Obscuro domínio, 1971; Véspera da água, 1973; Escrita da terra e outros epitáfios, 197; Limiar de pássaros, 1976; Memórias doutro rio, 1978; Matéria solar, 1980; O peso da sombra, 1982; Branco no branco; 1984; Aquela nuvem e outras, 1986;Contra a obscuridade, 1988; Vertentes do olhar, 1987; O outro nome da terra, 1988; Rente ao dizer, 1992;Ofício da paciência, 1994; O sal da língua, 1995; Lugares do lume, 1998; Os sulcos da sede, 2001;Poesia e prosa (1940-1979), 2 vol. 1980; Poesia e prosa (1940-1980), 1981 e Poesia e prosa (1940-1986, 3 vol. 1987.
Prosa: Os afluentes do silêncio, 1968; História de égua branca, 1976; Rosto precário, 1979 e a Sombra da memória, Porto: Fundação Eugénio de Andrade, 1983.

Traduções do autor: Poemas de García Lorca, Coimbra, 1946; Cartas portuguesas (atribuídas a Mariana Alcoforado), Porto: Inova, 1969; Poemas e fragmentos de Safo, Porto: Limiar, 1974; Dez poemas de GarcÍa Lorca, Porto: Inova, 1978; Dez poemas de Yannis Ritsos, Porto: Inova, 1978; Frederico García Lorca, Amor de Dom Perlimplim com Belisa em seu jardim, Lisboa: Delfos, 1986; Trocar da Rosa, Lisboa: Regra do Jogo, 1980 e Pequeno retábulo de S. Cristóvão, de F: García Lorca, Porto: O Oiro do Dia,1980

1 comentário:

  1. Retirar das estantes todas estas obras das grandes figuras da literatura portuguesa é um óptimo serviço prestado à cultura. Infelizmente, a sociedade está virada para o imediato, e os mais novos, não por sua culpa, mas de quem os educa, num número demasiado grande, já não lhes interessa as figuras que têm construído a nossa identidade. O Mário continua nessa senda utilíssima, o que é louvável.

    ResponderEliminar

Caro(a) leitor(a), o seu comentário é sempre muito bem-vindo, desde que o faça sem recorrer a insultos e/ou a ameaças a quem quer que seja. Não serão considerados os comentários anónimos. Obrigado.