sábado, 28 de janeiro de 2017

Não o(s) menosprezem...

Muita, mas muita atenção, como diz Pacheco Pereira: não menosprezem Trump! (sic). Eu só coloquei um "plural" porque embora V.Putin não tenha aquele ar "folclórico" de Donald Trump, tem a aparência "gélida" que não engana. E coabitam muito bem os dois "estilos"!
Vejamos o "coração civilizacional" dos dois: "a tortura pode ser usada/combatemos o fogo com o fogo (DT)" e "a violência doméstica só deve ser penalizada quando houver sequelas (VP)".

Fernando Cardoso Rodrigues

5 comentários:

  1. E, já agora,amigo Fernando, não branqueemos o Obama, que fez muitíssimo mais mal ao mundo que qualquer um dos dois.É verdade que o Trump apenas tomou posse agora...

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  2. Já deverá saber o que penso sobre isso. Do que tenho lido de si neste blogue, elegeu Obama como a personificação do mal. Não o percebo mas enfim, é a sua opinião.

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  3. Estou há algum tempo sem conseguir publicar nada aqui no blogue. Vamos ver se é desta...
    Exagera, amigo Fernando. Não elegi Obama como a personificação do mal. O que digo é que, como presidente dos EUA, como aqui me tem lido, está demonstrado à exaustão e que tanto o incomoda a si, a mim e a todos/as que, à sua maneira, se batem por um mundo melhor, ele é o principal responsável pelo estado calamitoso do mundo.
    Vou-lhe dar mais esta achega: " Obama prometeu uma mudança radical e, dadas as instituições em que foi inserido, jamais estaria em posição de o conseguir.Ninguém chega a Presidente dos Estados Unidos sem angariar milhões junto das pessoas e das empresas mais abastadas ( ou sendo ele próprio um multimilionário), as quais se revoltarão caso não sirva os seus interesses. O Congresso com o qual Obama se defronta, está igualmente corrompido pelo dinheiro. Os lugares na Câmara dos Representantes são alvo de manigâncias de forma aberta e descarada."
    Sabe quem é que diz isto, amigo Fernando? Não é nenhum esquerdista, ou comunista no "Avante" e muito menos na revista " Courrier internacional" ou qualquer outro órgão de referência da informação dominante.É o jornalista Gary Younge, correspondente do "The Guardian" nos EUA, citado na referida revista (edição de Novembro de 2016).
    Grande abraço!

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  4. Olhe que não, olhe que não!... Não está demonstrado, muito menos à exaustão que o topo da lista dos responsáveis pelo "estado calamitoso do mundo" pertence a Obama. Abraço!

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  5. Duvido que oito anos atrás andasse a elogiar Bush, ou que a situação fosse excelente, apenas maculada desde então por Obama. Não sei quem está nesse topo, ou se ele está, mas terá muita muita gente com responsabilidades repartidas. (Ah, e... branquear o Obama? :-)

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