A partir de hoje, não vão faltar os "inteligentes", que ao
jeito de camaleões vão jurar que apostaram todas as fichas em Donald Trump, o
candidato dos republicanos à presidência dos EE.UU, e que ele seria o vencedor
das eleições que tiveram lugar naquela nação indecifrável. Nação que faz a
cobertura do mundo, o ameaça, o destapa, o encobre, o investiga por todos os
meios e armas de que dispõe, e ...o persegue e mata se lhe desobedecem. Nação
racista, xenófoba, sexista, demolidora de vidas e construtora de marginalidades
negras. Tudo lhe é identificado como sendo a Nação do Mal. E é, mas não só. Os
países que se ajoelham diante dela, estiveram até à última hora, com o poder
estabelecido e com a candidata à cadeira presidencial - Hillary Clinton -
mulher do homem que ocupou a Sala Oval com uma estagiária num jogo sem cuecas,
que a moral dos "States" repetidamente condenou ao candidato agora
eleito, o multimilionário imprevisível Donald, que levou a vida a construir
torres de luxo, e casinos aonde rola o dinheiro, sem precisar de grandes
discursos e de pop star´s a rodeá-lo e a
preparar-lhe a vitória, dita preocupante, perigosa, e a partir de hoje só
expectante. Ele é que provou agora que sabe dar música aos que o enxovalharam e
o ridicularizaram. Os "media, comentadores vindos de toda a parte,
especialistas mais sofisticados, TV´s de todas as cores e formatos, analistas
de dentro e de fora com assento e aceitação nas redacções dos diários",
todos capricharam em apoiar a cínica, hipócrita e viciada política, Hillary
Clinton. Todos lhe encontraram virtudes, tais como experiência, inteligência, e
muito mais outras... ências. Todos perderam, tal como perdeu
estrondosamente o ainda presidente negro, Obama e sua mulher, que deram corpo e
alma, que arriscaram o seu apoio à medíocre mulher que pertence ao seu aparelho
partidário e promissora continuadora dos mesmos objectivos políticos. Trump, sabendo melhor do que todos o que é
uma empilhadora, um guindaste, soube usá-los para chegar ao topo da casa mais
apetecida- a Casa Branca. Ele saberá ocupá-la com a sua bela mulher Melania,
que também dará outra beleza à Sala Oval - a sala dos suspiros. Deixem o homem
trabalhar!
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