terça-feira, 21 de novembro de 2017

Improvisos...


Se calha apanhar no ar uma frase
Para fazer mais um coxo soneto
Já fica alinhavado o esqueleto
À espera que lhe ponham ênfase.

Se ali há caneta fica quase
Só que muitas vezes dela esqueço
Por um instante vejo-me indefeso
Sem saber como saír desse transe...

E falta bloco de apontamentos
Que remedeio em poucos momentos
Servindo-me da “badana” do jornal.

Peço emprestada uma caneta
Pois deixei o “arsenal” na jaqueta
Que tinha trocado por outra que tal!


Amândio G. Martins



2 comentários:

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